Clube Caiubi de Compositores

O PROJETO ARTE NO PARQUE, foi criado para divulgar artístas independentes (musica, dança e teatro) que possuem trabalhos feitos e não conseguem midia.

O maior reduto deste projeto é o anfiteatro de arena do Parque Villa Lobos, onde todos os finais de semanas e feriados acontecem apresentações gratuitas de manhã e a tarde deste grandes artístas anonimos para o publico frequentador do local.

O que o ECAD esta fazendo? Visitas repentinas a estes artístas, emitindo cobranças de valores absurdos.

Será que isto é justo? Os caras tocam e cantam de graça, carregam caixas de som nas costas, não possuem gravadoras e muito menos distribuidora de seus trabalhos excelentes na sua qualidade, e ainda terão que pagar para o ECAD para poderem interpretar as suas proprias musicas?

Como dizia o grande Renato Russo: "Que país é esse..."

Se alguém tiver disposto a entrar nesta briga e desenvolver algum tipo de abaixo assinado ou afins, vá em frente porque eu já estou de saco cheio de tudo isso.

Tags: ecad, merda, mesmo., o, uma, é

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Respostas a este tópico

Não entendi. As músicas são próprias? Como é que o ECAD vai cobrar para eu executar as minhas músicas? É evidente que está errado e se bobear os caras NEM SÃO do ECAD. E se são, qualquer questionamento desmontaria a atitude deles. Ninguém pode cobrar pra eu executar uma obra que é minha, o direito autoral é meu, o dinheiro iria pra quem? Se um cara desses aparece num show da gente, ia dar confusão. Da bem grossa.

Pode esclarecer? Até porque eu gostaria muito de me apresentar um dia no Parque Villa Lobos, hehehehehehehehehehe
Um abraço
Maurício

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O PROJETO ARTE NO PARQUE é meu, e esta rolando já algum tempo no Parque Villa Lobos, porém o parque apenas cede o espaço e eu entro com os artistas de varias modalidades, generos e estilos.
Não rola nenhum tipo de cachê e ainda todos tem que levar o seu proprio equipamento necessario de uso. Mas é voltado exclusivamente para artístas que não estão na midia e possuem trabalhos feitos e disponiveis.
O ECAD resolveu marcar plantão para tarifar todos, alegando que só não poderá cobrar os "tais" direitos autorais (que eu até agora nunca recebi nada, apesar de ter musicas tocando em rádios), somente de pessoas que escutam musicas dentro da sua casa ou carro.
Resumindo: Se voce estiver com um grupo de amigos ouvindo som com o porta malas do carro aberto em algum local, eles poderão tarifar o dono carro e por ai a fora.
A minha idéia é muito mais ampla que isto, gostaria de ter pessoas fortes nos jornais para irmos a fundo neste assunto que é prejudicial aos artístas, ou seja, O tema principal seria: Quem de expoem gratuitamente nunca deveria sofrer nenhum tipo de encargos financeiros.
Quanto a sua pergunta: É isso mesmo, voce só ficaria livre das tarifações com relação as suas proprias musicas, se abrisse mão dos direitos autorais via documentação providênciada com "muiiiiiita" antecedência para cada dia de evento seu, do qual poderia se resolver ali na hora com o proprio fiscal através de uma guia preenchida tal como as "tarifas" ou "multas" que eles tem tanto tempo para preencher para fuder conosco. Então fica caracterizado que eles dificultam o maximo a todos, através de burocracia para poder arrancar grana da gente.
Acesse Orkut - comunidade PROJETO ARTE NO PARQUE e saiba mais.
Abraços e faça o favor de espalhar este "cancer" para todos se previnir e se unir para uma batalha juridica que talvés se inicie.
Valeu?
Edu Quintana (Compositor, Arranjador, Violonista, Cantor, interprete e integrante do MECENAS)

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Tenho um amigo advogado e músico que elaborou aquela ação desobrigando da carteirinha da OMB, o Marcel Michelman. Vou conversar com ele e ver o que a gente pode fazer.
Abração!
PS - Se alguém tem alguma sugestão, é hora de falar, moçada! Vamos nos defender desses tubarões que não fazem porra nenhuma e vêm morder nosso trabalho!

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Eu gostaria de abrir o s seus olhos com relação aquela história do Tuco Loco referente a OMB, que isso já é passado e a OMB venceu a ação no supremo e não cabe mais recurso. Portanto, temos até o dia 31/03/2009 para acertarmos os atrazados da carteira de musico, do qual eu particularmente recebi deles até uma proposta de anistia que vence no mesmo dia.
Fiquei sabendo por fontes muito segura que eles vão sair pra rua após este prazo sem dó e num clima de "carneficina", pelo fato de estarem totalmente descapitalizados com esta história toda.
Se cuida.
Quanto ao ECAD, estamos questionando a tributação em eventos gratuitos, sendo ele autoral ou de interpretação, e que seja resolvido em loco com o proprio fiscal de forma clara, rapida e sem burocracia nenhuma.
Essa é a questão majoritária.

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Edu, pelas informações que peguei com o Marcel, é o seguinte: precisa de um processo para desobrigar-se da carteirinha da OMB, mas é possível sim. Essa renegociação que você cita (e que todo mundo recebeu) foi feita porque estão com o caixa baixo, depois que o projeto do Turco Loco apareceu - você tem razão em relação ao projeto, este não tem validade mesmo.
Quanto ao ECAD, na forma como a coisa está configurada hoje, eles têm o direito de taxar eventos como o do Parque (ainda segundo este advogado). Mas é fácil não cair na arapuca, basta ir ao ECAD antes e abrir mão dos direitos autorais.
Abraço!

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É o que estou fazendo para o meu proximo show domingo agora as 11:00 da manhã. Se der apareça por lá.
E também estou instruindo a galera toda para o procedimento.
Valeu pela boa vontade das informações e vamos lutar para uma simplificação destas normas imbecis, do qual eu volto a mencionar que:
Para eventos "gratuitos" em todos os sentidos, não poderá ter nenhuma forma de recolhimento financeiro. E quando se trata de apresentações autorais "gratuita" o fiscal deverá ter o poder na hora de resolver a questão do proprio compositor em abrir mão dos recolhimentos de direitos autorais de suas obras, sem nenhuma burocracia.
Agente vai se falando.
Abração.

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Concordo e apóio. Se o fiscal tem poder de fiscalização, tem (ou deveria ter) o poder também de firmar a opção de não-recolhimento de direitos autorais.
Um abraço, Edu!

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eh confufa!!!!
tem uns com a mão no botão vermelho - direitos autorais
outros sem rumo ...sem conselho - ECAD esencadeando ...covarde
e uns muitos ...purulando e criando...ainda bem....que também.....ninguem aguenta mais

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Ola Tatiana!
Estamos apenas querendo amenizar os custos de forma justa. Os caras chegaram e mandaram uma taxa de R$ 250,00 para um grupo de artístas cantando suas proprias musicas totalmente gratuito ao publico e sem cachê com tudo para "arcar".
É de causar revolta a todos mesmo.

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Toda Razão maninho....
no entanto ( já me passou o mesmo) é dar uma chegadinha nos ECADeados e abrir mão dos direitos dos artistas envolvidos....
êta vida!!!
vamos ver se consigo prestigiar quando estiver por aí
beijares de apoio e desejares de futuro largo....içaaaaaaaaaaa!!!!

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Não, eles não tem que pagar nada.
O Ecad pode embargar um evento em função de proteger o autor, mas não pode ser superior ao autor.
Sugiro que os artistas em questão, levem o roteiro com antecedencia ao ECAD justificando que abrem mão da arrecadação.
Isso está acontecendo porque umas fontes andaram secando: gravadoras, rádios etc
O Ecad não é um organismo auditado, é uma caixa de pandora, ninguem sabe como distribuem o dinheiro.
se acontecer isso você pode dizer, ok? pagamos mas queremos alguem gravando aqui, as musicas são nossas e queremos receber.
Isso que o Mauricio falou é fato, vai ver os caras nem são do ECAD. Os anos sendo acuados pela OMB e fiscais diversos nos deixaram assim, na mão do palhaço. Peça que se identifiquem, faça uma liberação de punho. O Ecad tem o poder de embargo do evento, mas eles tem que justificar. Qual a justificativa nesse caso? Nenhuma, eles estão diante dos autores.

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Esses caras sempre se posicionam como os "donos da verdade", não dando espaço para argumentação, ou seja, é o que eles acham e acabou.
Eu sou um associado da ASSIM, e as instruções que me passaram, do qual já estou providênciando e avisando a galera que participa do PROJETO ARTE NO PARQUE, é o que voce falou. Temos que enviar um termo de recusa dos direitor autorais daquele evento em especifico com antecedencia de 03 dias no minimo da data do mesmo.
Após o protocolo ser confirmado pela associação por e-mail, o evento rola sem custos e sem medo de ser feliz.
O que estou questionando é o fato que o fiscal possui tecnologia local para emitir um boleto de cobrança e coisas a mais. E porque não usar a mesma tecnologia para emitir um termo de recusa de direitos autorais e resolver a coisa de vez por ali mesmo? E também quando se trata de um evento totalmente gratuito e sem cachê, não deveria haver nem um tipo de burocracia e cobranças financeiras, onde também poderia ser resolvido em loco.
É isso ai, se cuidem porque os caras estão famintos e sem falar da OMB que vai vir contudo após o dia 31/03/2009 quando vence o prazo da anistia que eles estão propondo.

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