Clube Caiubi de Compositores

Povo caiubiense

Quem teve na minha página e leu a primeira mensagem que eu escrevi pedindo a, devida, licença para ingressar no Clube; sabe um pouco de mim. O hábito deve-se a educação recebida mas, fundamentalmente, a prioridade que dou a questão do respeito pelas pessoas e, principalmente, a suas idéias e opiniões que (no meu modesto entendimento) só tem razão de ser quando externadas e discutidas. Idéia que não se expõe é igual música composta, amarelando, guardada na gaveta. Idéias não gostam de escuridão.

Concluída a “overture” e, mais uma vez, pedindo licença; passemos aos primeiros compassos; não sem antes dizer que estou consciente dos riscos que corre um pato novo mergulhando, fundo, na lagoa Caiubi. Quem mora de favor, não estica perna na sala. Afinal de contas, cheguei ontem e já tou me metendo a dar pitaco e fazendo proposta. Por outro lado, o que se pretende dizer é coisa velha, manjada, não inventa nem reinventa a roda e, muito provavelmente, já foi, até, assunto discutido e descartado pela tribo. Portanto, chega de dedos e vamos ao que interessa:

1º) A tribo caiubi fabrica um produto chamado música.

2º) Existe um mercado, restrito, para esse tipo de produto.

3º) Mas o produto precisa ser colocado no mercado e, para tanto, é indispensável um troço chamado ORGANIZAÇÃO.

5º) Que tipo de organização ?

6º) Existem várias. Eu defendo a forma de organização COOPERATIVA

7º) Porque ?

8º) Resumo da ópera: a forma surgiu na Europa, durante a Revolução Industrial e nada mais é do que uma alternativa, eficaz e inteligente, de resistir, sobreviver e intervir numa realidade adversa. A cooperativa funciona como uma empresa, mas não visa lucro. Seu objetivo é gerar trabalho. A finalidade da cooperativa é prestar serviços aos seus associados; ou seja: os associados não trabalham para a cooperativa; a cooperativa é que trabalha para os associados.

Maiores detalhes (porque esse papo professoral e “didático” me enche o saco) no Google e adjacências. Procurem, também, Cooperativa de Mondragón; vale a pena.

9º) Supondo que a tribo aprove a forma proposta; como fazer ?

a) Uma cooperativa não é diferente de uma empresa no que se refere a constituição daquilo que (na língua do economês) se chama de capital inicial (nada a ver com o grupo de rock).

b) Na Assembléia de fundação, os associados adquirem cotas-parte para integralizar o tal capital inicial da cooperativa.

ARITMÉTICA ELEMENTAR I:

Se a tribo caiubi é composta de 4394 associados e cada um adquirir cem cotas-parte de R$ 1,00 (hum real); teremos um capital inicial de R$ 439.400, 00 (Quatrocentos e trinta e nove mil e quatrocentos reais); já no ato de fundação da cooperativa.

c) Concluída a fase anterior (quem gosta vídeo game sabe do que eu estou falando) é preciso manter a cooperativa e isso se resolve com contribuições, mensais, de cada associado.

ARITMÉTICA ELEMENTAR II:

Se a tribo caiubi é composta de 4394 associados e cada um contribuir com R$ 100,00 (cem reais) por mês; teremos, ao final de cada mês, R$ 439.400, 00 (Quatrocentos mil reais). Uma grana razoável.

d) O que fazer dela ?

MAIS ARITMÉTICA ELEMENTAR:

Se dividirmos R$ 439.400,00 pelo número de unidades da Federação (27) teremos algo em torno de R$ 16.270, 00 por mês. Quantidade de grana mais do que suficiente para instalar e manter um escritório/produtora/reprodutora (acho boa essa palavra reprodutora) da cooperativa em cada capital do Brasil.

e) Os escritórios/produtoras/reprodutoras contratariam profissionais, pessoal de apoio (e outros que tais) especializados e pagos para correr atrás do prejuízo e colocar os produtos dos associados da cooperativa, daquele Estado, no mercado de música local .

f) Os escritórios/produtoras/reprodutoras, além de trabalhar para mercado local, cumpririam, também, à vera, a importante função de promover o intercâmbio.

EXEMPLO:

O escritório/produtora/reprodutora do Rio poderia trabalhar no sentido de colocar no mercado de música, local, a minha amiga Márcia Salomon (garantindo toda a infra necessária) e a escritório/produtora/reprodutora de SP poderia, em contrapartida, trabalhar para levar o Paulo Sill (que não é bobo nem nada) para o mercado de Sampa e, assim, sucessivamente, em todas as direções, até o Infinito.

OUTRAS POSSIBILIDADES

a) Os escritórios/produtoras/reprodutoras, locais, teriam condições de realizar (sí teniemos la plata) às segundas-feiras, simultaneamente, em rede nacional, uma reunião dos artistas Caiubi em cada capital do Brasil.

b) Nada impede, nessa levada, a criação de Editora e Selo próprio.

c) Nada impede, na mesma levada, a realização de otras cositas (mais ousadas e eficazes) voltadas para a colocação da produção caiubista (concreta, efetiva e objetivamente) no mercadão da música.


FIM DO PAPO


EM TEMPO: DECLARO ABERTA A TEMPORADA DE CAÇA AS IDÉIAS DO PAULO SILL; DE PREFERÊNCIA COM CHUMBO GROSSO, PORQUE ESSA MINHA CARCAÇA VELHA NÃO É MOLE NÃO.

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Respostas a este tópico

Assim é que se fala Edu. Ninguém vai dar mole e de graça prá gente não. Ou a gente corre atrás do prejuízo com o nosso próprio esforço ou vamos comer poeira (que não é a poeira dourada da Ivete Sangalo).

Continue ligado.

Abrcs

Sill

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A criação de uma entidade, seja cooperativa ou associação, realmente é difícil, porém viável. Lançar uma idéia na direção da união dos artistas, ou seja; de todos os sócios do Clube Caiubi, não quer dizer que todos abraçarão a causa num primeiro momento. Mas o debate torna-se interessante para que se pense na melhor forma de implementação.Na minha humilde forma de pensar sugiro primeiro estudar e expor as documentações necessárias e os compromissos a serem assumidos. Se criarmos uma estrutura básica com planejamentos de trabalhos, com transparência e responsabilidade de cada um, acredito que os avanços acontecerão naturalmente. E não resta a menor dúvida que será preciso criar um organograma. Portanto a associação ou cooperativa precisará trabalhar com objetivos, de maneira que se busque atender os anseios desse sócios. E o perfíl das pessoas para os mais diversos cargos irão sugir naturalmente. E aí com um bom trabalho de marketing os avanços virão consequentemente! Um grande abraço à todos! Já estamos escrevendo uma nova história qualitativa para a música brasileira!

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Valeu Nicanor. São contribuições claras e objetivas como a sua que contribuem para o fortalecimento da discussão. Muito bom.

Abrcs

Paulo Sill

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Papo super saudável e natural por tudo que vem acontecendo com esse crescimento do Caiubi.
Lembrei-me de um livro chamado "A Cauda Longa", que foi a dica que o Flávio Venturini deu pra turma
(nova geração de músicos e compositores independentes) no programa do Papo de Músico, entrevistado pelo Toninho Spessoto, justamente sobre "o que" e "como" o produtor/artista fazer para seu produto crescer e aparecer no seu "nicho de mercado". A leitura e discussão deste livro com certeza vai nos ajudar.

Sobre a cooperativa, tbém dou a maior força. Nada de megalomania, nem utopia, claro, apenas pensar globalmente e agir localmente, com objetividade e amor. Não acredito que é tipo de organização apenas que vai definir o andamento das coisas, se haverá suceso ou fracasso, honestidade ou ganância. É o caráter das pessoas que traça essas linhas, tortuosas ou não. E se velhas estruturas já obviamente não funcionam mais, a gente é que se vire pra cuidar do que é novo e nosso!
Como canta o João Bosco: "se as coisas nos reduzem simplesmente a nada, do nada simplesmente temos que partir". rss... É o nosso tempo, a nossa responsa!

Sobre a divisão em 27 unidades em partes iguais é que questiono, pois há lugares em que há mais artistas que outros, como gdes cidades e estados que deveriam ter um capital maior que os que tem menos artistas. Apenas tentando ser justa, achar uma forma de calcular por proporção, certo?

Podemos usar as cotas da mesma forma como em muitos contratos de patrocínio entre empresários e artistas que funcionam muito bem uma vez que cada cota pode ser vinculada a uma ou mais ações e benefícios pré estipulados entre as partes interessadas (fora claro os custos gerais de administração), assim fica claro quem está pagando quanto pelo quê. Parece complicado, mas é simples, feito o ditado "o que é combinado não sai caro. E se a pessoa quiser mais, então compra mais cotas ou as troca por serviços para a própria cooperativa.

De qer forma penso que os que forem se mexendo e se manifestando é que vão formar as "organizações" que criarem, bem como "seleção natural"... pelo menos até a coisa se definir melhor.
O lado bom das formas organizadas, seja uma cooperativa (e porque não uma ONG ou OSCIP?) é a representatividade e a possibilidade de conseguir ainda mais percerias com outras empresas e entidades.

Alguém já pensou e fazermos um cadastro, um questionário inicial só pra levantarmos dados de quem é
produtor, contador, advogado, consultor, etc. Há muitos músicos que tem outras profissões e formações que não estão mencionados na sua página. Pensei nisso apenas pq lendo to que foi postado aqui, já fui me lembrando de tanta gente boa e profissional que conheço, e que tá querendo a mesma coisa, montar uma produtora, etc, mas enfim, não consegue por estar sozinha.

Só mais uma coisa, quem for "membro do Caiubi mas não-músico", não precisa e nem deve fiar de fora dessa "empreitada", pois tem também muitas possibilidades de trabalho e criação nessa empreitada, pois qqer tipo de evento e produção gera inúmeros produtos e serviços diretos ou indiretos os quais pouca gente imagina! Só pra se ter uma idéia aqui no interior um grupo de escritores montou uma Oscip, cujo escritório fica por acaso dentro de um parque ecológico, que hoje não só produz muitos livros, mas shows e discos de músicos, e ainda vídeos e peças de teatro e até projetos em educação. É tudo arte e criatividade em prol do bem estar, é o mesmo barco, gente!

Bom, vamos lá! Seguir pensando e agindo!
Bjs...

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Brilhante Ana

Vamos juntar forças e mentes para construir algo que sirva de instrumento objetivo e eficaz para tornar realidade nossos sonhos.

Por oportuno vou repetir, aqui, uma idéia que ja coloquei para outros amigos durante a discussão. A proposta não é megalomaníaca. Ela cumpriu a tarefa de apontar na direção das estrelas; mas se as pessoas entenderem que Saturno (ou outro planeta qualquer) já tá bom. Nada contra.
O que a gente precisa fazer é pensar, conversar, encontrar soluções e agir.

Abrcs

Paulo Sill

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Ana, Clube CAiubi já é Cauda longa posta em prática.

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Trabalhar, amar é o que nos motiva às paixões. E saber ter fé nas causas justas é o que motiva e nos engrandecem para as razões da vida. O importante é pegar no breu ao descobrir o quanto é bom caminhar e construir coisas belas. A música e a poesia é assim; vem e ganha toda a nossa sensibilidade humana.Acredito que um bom tempero de emoção e razão, a descoberta e concretização de caminhos acontecerão de maneira natural. Juntos somos fortes! E unidos construiremos o grande elo da corrente com a dignidade e respeito que a cultura brasileira merece!

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Olá pessoal, dei uma lida no tópico e nas opiniões dos colegas e quero deixar aqui minha opinião também. Bem, primeiro acho super válido iniciativas que tem como objetivo a união de forças e prol de um objetivo comum. Como já citaram aqui, pode ser uma cooperativa, ou associação, ou produtora... não vem ao caso, mas como muitos de nós já tivemos experiências de várias iniciativas parecidas que nem sempre deram certo, penso que é justamente aí que está o ponto onde temos que nos "agarrar". Estamos vivendo uma nova era do mercado musical, principalmente no que diz respeito ao ambiente digital, redes como o Caiubí é um exemplo disso, então penso que iniciativas de coletivos devem ser criadas de forma diferenciada também. Para não sermos "mais um no meio da multidão", penso que teremos que colocar nossos neurônios criativos a funcionar e criar algo bem diferente, que chame a atenção mesmo. Uma entidade (seja qual for) virtual mesmo, seguindo a linha do Caiubi. Somos muitos de diversos lugares do Brasil e até do exterior, então penso que seria muito complicado, num primeiro momento, criar escritórios ou similar. Sempre que um local for agraciado, outro se tornará desfavorecido e isso é complicado. Como resolver? Num ambiente digital mesmo, aqui no Caiubí talvez, porque não? Sei lá, posso tá viajando, mas sugiro que tenhamos uma proposta diferenciada e inovadora, até para aguçar a curiosidade alheia, pois o formato convencional de cooperativas, associações, ongs estão meio desgastadas e com pouca credibilidade. Sei lá, é só minha opinião. Muita luz e sucesso a todos!! Bjussss

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Olá a todos! Tenho recebido emails do Clube há um ano. Só agora exercito o verbo interagir, porque vi algo transformador que me chamou a atenção.
Conheço esta idéia e participei de um evento quando cheirava vômito de criança.
Há alguns tempos atrás, na Vila Teodoro, ocorreu 3 cenas, as quais, me vi na borda do clube, me inscrevendo para cantar uma composição e não cantando, pois, as mais de 4 horas de espera vi se repetir integrantes do clube subindo ao palco.
Junto a um amigo poeta, questionamos o porque de estarmos numa lista, a qual não tinha uma ordem e nem uma oportunidade justa pela inscrição de compartilhar a arte. Achávamos que a proposta era essa. Será que éramos curiosos? Será que somos artistas para o clube? Não sei, mas meu amigo poeta não está mais aqui para contar se na suas andanças conseguiu recitar no CLUBE Caiubi. Eu ainda não consegui. O fato é que, ainda não me retirei do grupo virtual, (o presencial não fui bem aceita) porque a transformação em todos os sentidos me interessa.
Acho a idéia fantástica, acompanho cooperativas de empreendimentos populares de perto (profissionalmente). Acredito e vivo experiências da construção coletiva.
As palavras e diálogos que li por aqui do Paulo, me agitaram, e repetindo uma frase que o grande Edvaldo Santana me disse há 1 mês atrás: "Não adianta ter idéias, é preciso potencializá-las.
E me vem uma questão. A energia que aqui rola se preocupa em afastar egos? Se preocupa em se unir mesmo? Como isso é na prática? Como um apresentador tão bem aclamado como o Vlade... pode fazer cara feia e não responder, uma simples pergunta: "que horas vamos nos apresentar".
Cito nomes, e como diz um amigo meu Haroldo Oliveira: quando se dá o bumbum pra bater... aí completo: é preciso levar tapas. Então, digo que quero me juntar a esta grande idéia. E agora o que será de mim? Terei um teste de seleção? Qual?
Paulo, foi perfeitamente ousado e humano, olhando para as estrelas! Salvo na parte que os "cooperados olham para os outros como seus empregados", entendi o que quis dizer, etc. Mas, não deve haver isso, e cabe aqui, conhecer a economia solidária, pois, o que vejo aqui são princípios parecidos que precisam acontecer na prática... mas, assim como tenho muito que estudar e aprender sobre o que grita aqui, escrever músicas, somos o que estamos querendo ser o tempo inteiro, no fundo e muito claro, sim, estar perto e saber que tem mais gente construindo, sendo cúmplice, fungindo da dor amarelada e talentosa de arte em gaveta.
Se não tem espaço vamos criá-lo. Se o tamanho da porta não é como gostaríamos, vamos quebrar os lados e fazer uma maior onde todos passam. E o que quer dizer todos?
Penso que ao invés de abrir uma cooperativa de curiosos, poderíamos conhecer a arte destes e quem sabe com toda a organização construída desenvolve-los para criar tb. Pois, no fundo todos gostariam disso. E quem tem direito de criar? A resposta a esta pergunta para mim define o artista.
Supervisionar a si com esta coisa que considero gravíssima para a arte, tb é uma arte: o ego.
Há muito que se fazer para quem antes de ter talento, quer construir uma nova história, humanizadora. E não se trata de caridade, trata-se de oportunidade não de ter público apenas, mas de se abrir quando alguém que escreve e musíca, trata-se de ouvir, de estar aberto. De incentivar, numa forma de fato, coletiva, com a experiência, a qual o outro sozinho vai saber descobrir se deve insvetir na produção da música ou se ao ter se experimetado irá gostar de assitir - não sendo este de nenhum modo o não artista. Porque estar nesta vida já é ser um grande artista. Ser ator é ser artista.
Grande abraço e vamos!

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Juliana, eu me lembro da primeira vez que me inscrevi pra cantar no Clube Caiubi,- ainda na Caiubi 420- não fui chamado. Mas eu deixei meu ego sentado quietinho no banquinho e me pus onde achei que ficaria bem: na amizade das pessoas, conhecendo cada um, aos poucos me emparceirando e fui ficando. O transformador é que pude aprender um monte de coisa, inclusive por em prática a máxima "Você está onde se põe".
Tem muita gente que não quer só estar no clube e copmpartilhar sonhos e projetos, elas querem ter importância assim que aparecem, querem ser lembradas mesmo que quietas num canto.
É preciso prudência ao julgar.
Um nome numa lista com 30 nomes é só mais um nome numa lista com 30 nomes.
É por causa de atitudes e comentários assim que as segundas autorais estão à beira de acabar.
Todo mundo quer uma chance mas ninguém quer nos dar uma segunda chance.
O caiubi (ao vivo e virtual) é o que sempre foi: Uma panela sem tampa. Quem quer importancia precisa assumir sua importancia no grupo.
Da pra contar nos dedos quem comprou CD de alguem, da pra contar nos dedos quem trouxe aportunidades. Todo mundo quer a mesma coisa: Muito sucesso ao Caiubi, desde que alguem faça meu sucesso primeiro.

Responder esta

Gostei Juliana de suas observações, mas deixa eu te dizer: Já houve segundonas que gente que frequenta o Caiuba a 7 anos, portanto fundador da Bagaça, que também não se apresentou. Não tome a cara braba do Vlado como referência, por que também ja organizei lista de apresentação no Caiubi e é um pé no saco. Ainda bem que temos gente pra se apresentar e pouco tempo para oferecer. Houve noites em que 5 ou 6 cumpades chegavam e tinhamos a noite só pra esses minguados comparsas.
Hoje somos maiores que nossas vontades pessoais e temos de focar na solução dos problemas coletivos.como o pessoal está fazendo aí encima e vamos fazer no nosso próximo encontro de discussões.
O caiubi é assim, somos assim, dias legais, dias não muitos legais, mas de qualquer forma são dias e vamos consumindo em suaves prestações.
Abraços coracionais.

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Olá, Paulo e pessoal, fiz uma leitura intensa passando por vários pontos virtuais de cada estrofe dessa composição chamada “Cooperativa”.
A idéia a principio é boa, mas como vários ocupantes desta nave (CAIUBI) possuem sua experiência que somada dá o equilíbrio do seu sucesso; As propostas vão surgindo, a Idéia do CD AMOSTRA, a princípio achei intrigante e estranha, mas depois me rendi ao conceito de que o investimento é particular, quem quiser participa, a diferença é que não impõe regras ao todo, quem quiser investir R$ 50,00 ou R$ 70,00 tem essa oportunidade, e essa proposta proporciona igualdade entre o que tem bala na agulha e o que usa festim, claro que no final a melhor qualidade de trabalho tem seus méritos, gostei da proposta, mas voltando ao item em questão ”Cooperativa”, sabemos que o produto (Música), contem derivados complexos como: Vaidade, orgulho, lobos, donos da verdade, políticos, etc. uma verdadeira luta de Cão e Gato, ultimamente os gatos andam levando a melhor, (só um lembrete), e também como criar um estatuto que satisfaça a todos se no CAIUBI não participam só músicos e também ressaltar que música não é como alface que existem 6 ou 7 espécies.
Volto a frisar, a idéia é boa, mas tem que existir clareza na proposta, pois nesta empreitada sempre existirão os mais e os menos favorecidos.
Uma idéia interessante é criar grupos afins dentro do CAIUBI, cada qual se unindo a seus interesses, Ex: se 10 artistas da música quiserem se unir para produzirem um CD com 10 músicas e divulgá-lo, ótimo, quem quiser se unir a este grupo sabe das suas finalidades; Outro Ex: se 3 ou 4 poetas ou poetizas quiserem imprimir um livro com suas poesias, ótimo, quem quiser se unir a eles que o faça.
O Clube CAIUBI está grande demais para criar uma proposta que abranja a todos, é como querer que o cara que gosta de futebol e é Flamenguista se associe ao Clube de regatas sem gostar de Velejar, só porque tem regatas no Flamengo, (me ferrei no exemplo).
Mas a leitura foi boa e dá pra ver que tem bastante gente interessada, grande abraço.
Max Denarde

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