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Alexandre de Oliveira agora é amigo de Alexsandro Pereira de Oliveira, Anja (Sônia) e CÍCERO VIEIRA compositor
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Alexandre de Oliveira respondeu à discussão Festival Caiubi da Canção!!!Onde a música nova se encontra.(Chamado para Quorum) de Douglas PessanhaAlexandre Oliveira, tem 41 anos. Mora em Porto Alegre - RS. Iniciou seus estudos em música ao 13 anos de idade, após ganhar a primeira guitarra de seu pai. Cursou violão clássico. Integrou várias bandas desde então, sempre buscando o equilíbrio entre o trabalho autoral e o de interpretação. Hoje, divide seu tempo entre o trabalho de ilustrador, publicando charges e quadrinhos em dois importantes jornais da capital gaúcha (Zero Hora e Diário Gaúcho) com seu personagens - Tinga, hip hop e chimarrão e Os Britos - Os quatro de Livramento. No restante do tempo, divide seu tempo entre a música e a fotografia - duas paixões. Lançou seu primeiro CD em 2009 - Cabeça de Lata - Alexandre Oliveira - Somente com composições próprias. Prepara o segundo CD atualmente - previsto para o fim de 2010, início de 2011. Suas principais influências são: Beatles, Stones, The Smiths, The cure, Blues em geral, e Rock brasileiro dos anos 80 (Cazuza, Legião Urbana...). Possui um Homestudio (Studio One) onde produz e grava a maioria de seus trabalhos autorias e comerciais - Possui cursos de áudio, gravação, mixagem e masterização. Grava jingles comerciais no RS e possui uma banda de cover atualmente chamada Pseudoacústicos, com a qual divide os vocais com o também compositor e cantor gaúcho Will Vieira e o baixista Marcelo Barude.
Em 20 de setembro lançou oficilamente seu segundo CD:
Cabeça de Lata - O segundo primeiro
Site oficial:
www.cabecadelata.com.br
www.pseudoacustico.blogspot.com
Canal do Youtube:
http://www.youtube.com/user/cabecadelata/videos?view=0
Comprar/baixar o CD inteiro ou por faixas:
One RPM
https://www.onerpm.com/#/disco/album&album_number=501450069
Trabalho fotográfico:
http://www.flickr.com/photos/cabeca_de_lata/
Letras oficiais do segundo disco:
Gang bang em Brasília (Alexandre Oliveira)
Mamã, mamãe, quero ser pornstar
Papai, papai, será que vai gostar?!
Virou meu sonho, vou me candidatar!
Papai estou me mudando pra Brasília...
Filmar um gang bang travestido de guerrilha
Lá tem diretor e a sacanagem muitas milhas... não esquenta não!
Papai, papai, quero ser pornstar!
Mamãe, mamãe será que vai gostar?!
Abri campanha pra me financiar!
Papai me disse: toma minha filha!
Pra entrar na política essa é a cartilha!
Sacanagem pro papai não é pecado! Mas de graça, não!
Papai, papai, quero ser pornstar!
Mamãe, mamãe, será que vai gostar?
O povo torce pra você liberar
Vários políticos estão de parceria
Tenho os três poderes unidos na orgia
O diretor falou: o povo não entra não!
Gang bang em Brasília / Quadrilha da orgia
...Mas o povo não entra não!
Gang bang em Brasília / Sacanagem, muita folia
...Mas o povo não entra não!
...Mas o povo não entra não!
Se paga bem que mal tem? Libera a verba, minha filha!
Get back solidão (Alexandre Oliveira)
Pelos lugares onde passo não encontro meu céu azul.
Todo o dia me refaço e requento meu sonho cru.
Pelas ruas onde passo, há tanta gente, sou só mais um...
Sala vazia, sem espaço, só uma cruz.
A solidão entre meus braços me conduz...
sem sonhos!!
Pelos caminhos onde passo, agora, só escuto blues.
Todo o dia me entedia, irrequieto, me escondo nu...
Pelos becos onde passo, encharcado, me afogo em rum.
Céu de concreto, dor embaixo, só uma luz!
Tua presença, teu retrato me seduz...
não somos!
Pelas selvas onde passo, um retrocesso, i calling you...
Nenhum trago remedia meu recesso, a solidão reduz...
Pelos bosques onde passo, um novo canto...
I love you,
i love you...
Me entrego e me refaço, um céu azul...
Desfaço meus laços, sou só um...
Passará, passará...
I love you!
Lual (Alexandre Oliveira)
Vem meu sol levar a dor sem fim...
Vem meu bem me dá calor e diz:
Que na tua boca há um céu e que nascem lá...
anjos, fogo, tudo enfim...
Nem vem rimar amor com dor, eu quis!
Basta um beijo teu e teu amor sentir...
Eu perco o sono, me sinto um réu...
O dia nascerá e você ainda não chegou aqui!
Prende teu imenso corpo, é mel em mim...
Tu és a rainha, sou só um aprendiz!
O teu amor é um profundo mar!
Mergulho mais e mais...
mas nunca chego ao fim
Mini-blues (Alexandre Oliveira)
Você diz que o amor morreu,
eu não sei dizer...
Só sei que a dor, virou uma flor
e em mim nasceu...
Olha e diz pra mim, amor! Jura por Deus!
Que entre nós não cabe nada, eu sou só teu...
Ai, amor... olha pra mim, não faz assim...
é só página virada? O fim do fim?
Você quis amor e ardeu...
Todo o espinho traz na ponta um beijo teu!
Mas no amor não há futuro!
Só um tiro no escuro...
Quando há calor, há sol e flor, ilusão de sim.
Mas não há nada mais belo...
que o sol romper o cinza!
E um lindo céu em blue brilhar pra mim!
É o fim da dor!
E um novo amor nasceu pra mim!
Na escadaria da Borges eu sentei e chorei (Alexandre Oliveira)
Meu bem: o amor traz sorte a quem vê o amor em tudo
Traz teu amor em um cofre, que estou confuso...
Mas teu mar de amor abriu meu chão
e encharcou meu coração!
E o amor de ontem foi a morte
do mesmo amor que sempre vem!
Há quem faz do amor um norte... e tem que acerta o prumo
E há quem não tem tanta sorte, mas que vai sempre fundo!
Mas o amor que é ilusão,
não transforma o coração!
E nos deixa pobres a faz mais mal que bem...
e nos destrói no fundo
Mas no fim, o amor é um porre! Um vinho.. que se toma junto!
Um trem que sacode e corre, assusta, mas se ganha o mundo.
Mas o amor pune a pretensão!
De quem sabe tudo...
O amor dos sonhos
habita o tamanho de cada coração!
Quem tem amor tem sorte...
Quem vê o amor em tudo...
Vem que o amor traz sorte...
Tem o amor do mundo!
Os cães ladram, a caravana passa (Alexandre Oliveira)
Tanto tempo se passou e eu sem me ver
Numsimples mundo, um mundo cinza, bege e breu...
Motos, canções, falas de amor, erros crassos
Um tom de briga afina o nosso mundo por baixo
Se eu te amo, eu me acho
Deixo rastros de amor pelo espaço
Fico forte, como aço,
Deixo laços e flor onde passo
No fim, o mundo seguirá semvocê...
Faça do amor, um mundo, pra alguém
Ainda lembro aquele noite fria, e eu, a nascer...
Quem foi que disse que eu queria viver?
Minha mãe me ungia, primeiro amor pravaler!
No altar de um dia, na escadaria, fui tever...
Esse céu, não é seu!
Fiz do teu sonho, sonho meu!
Nesse admirável novo mundo,
qualquer raso, vira fundo!
Sinto falta do profundo;
Mas não tenho medo de temer...
Quanto tempo (Alexandre Oliveira)
Ser um ser iluminado,
ter prazer ao seu lado,
conquistado, subjugado, conjugado.
Mesmo assim, poder ser iluminado,
ao teu lado, outro ser iluminado.
Quanto tempo nos restou de um beijo?
Quanto beijo nos restou de amor?
Quanto tempo nos restou de um beijo?
Quanto beijo nos restou...
desse amor?
Um trator, uma flor,
teu calor, imensa dor...
Conquistado, humilhado,
subjugado, conjugado, nosso amor...
acabado.
Rocktron (Alexandre Oliveira)
Eles passam tento tempo te ensinando o que dizer
Você gasta tanto tempo pensando no que não vai fazer...
Mas na vida o que importa? Vale mais ser do que ter?
Andei pensando em tudo
Em gritar pra valer
Do que me importa o mundo
se não for pra viver?
Você faz tanta fortuna e na da importa pra você
O progresso mata o mundo, todos em busca de prazer!
Se o homem é bom, o excesso é o mal!
E nosso lixo? Quem vai conter?
Se o homem é bom
Quem vai conter?
Se o excesso é mal
Você vai me dizer!
Existe um mundo só pra quem pode ter...
Se há um mal, o réu
é você...
O dinheiro manda em tudo
Trazendo o nosso lado escuro
Um Babilônia em mundo!
Você estuda tanto! E pra quê?! (2x)
Mentiras que nos contam em 3D (6x)
Sertanejo Blues (Alexandre Oliveira)
Vem descendo a rua a procissão
Tem caboclo de viola na mão... (2x)
Nas cordas que cantam à tarde... feito blues!
Choram a morena linda que no trem se foi.
Vem descendo a rua a procissão
Tem caboclo de viola na mão... (2x)
O sol na encruzilhada arde... devil blues!
Zumbi e Preto velho vivo na nação.
No pé da goiabeira, as mão negras na plantação
Seis cordas a noite inteira...
3 acordes e um coração!
“When the train left the station
with a suitcase in my hand...
When the train left the station...
Chora a morena linda que no trem se foi!
O santo e a macumbeira, batuque na escuridão
O blues segue sem fronteiras...
Capoeira e um alazão!
Uhh... Love in vain!
Escuta o apito do trem Uhh... Love in vain!
O blues não escraviza ninguém
Sertanejo Blues (3x)
A tempestade de sol perfeita (Alexandre Oliveira)
Deixa o sol brilhar sobre você
Flutua nesse céu sobre mim...
Porque onde há o sol,
sou guri...
Um banho de sol te faz feliz,
espanta a escuridão, nos faz sorrir...
Onde brilha o sol,
há sentir...
Fogo, mar, ar,
terra e fim...
Vai voltar?
C’est fini.
Um clarão de sol derrama o fim,
tempestade e sol sobre mim...
Um dia apaga o sol
Vou partir...
Um dia apaga o sol.
Um amor sem dono (Alexandre Oliveira)
Um amor sem dono, é como um cão sem lar
correndo atrás de um trem, que nunca vai parar...
É como um coração, chorando por alguém
que nunca vai te amar!!
Sou um rei sem trono, tocando por vinténs...
Ou alguém que faça um bem ou um dia vá me amar...
Eu ando sem razão, um eterno vai-e-vem
Aonde vou parar?!
Você sabe muito bem, que o amor é assim
E nunca vai mudar!!
Um calor no corpo, é como sol no mar...
Beijando o ar que vem, com fogo pra queimar!!!
Eu viro um rojão, não vejo mais ninguém,
só pra poder te amar!!
Um vinho do porto, eu sempre digo amém...
Te dou o céu e um sonho, bem-vinda ao lar, meu zen!!
O amor é solução, fazer sempre o bem,
sem se importar com quem!!
Você sabe muito bem, que o amor é assim
E nunca vai mudar!!
Mas nunca vai parar
(O amor é assim)
Letras do primeiro CD:
A moral da história é viver (Alexandre Oliveira)
Não sei se você sabe, mas o mundo parou!
Entre lasers e astronaves, nada mudou!
Agora toca o horror!
Pára, que eu quero descer!
Seis bilhões de solitários, mas na hora do amor...
ninguém quer saber!
A moral da história é viver! Viver da dor ao prazer! (2x)
Vai! Tem que viver!
Tudo o que eu desejo sempre tem uma dor.
Uma culpa no armário, um sentimento, um terror!
Então eu pergunto ao missionário: - Pra quê?
(Refrão)
Sentimentos contrários, são contrários ao amor!
Viver o que sente, procurar o calor, lá no fundo do ser!
Deixa viver! Seis bilhões de solitários, mas na hora do amor...
ninguém quer saber!
Entre o certo e o errado, só existe o ardor!
Não invente desculpas pra tapar o amor!
A culpa não é sua! Seja o que for!
A moral da história é viver! Seja lá como for!
Viver da dor ao prazer. Seja lá como for!
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Nada a ver com amor (Alexandre Oliveira)
Tudo em flor, cheirando aqui.
Só o que restou foi teu ventre, semente de “sim”.
Nada vai curar meu ser, se o que passou não se tornar elixir.
Mas, meu bem:
não há situação que não tenha fim.
Sei que foi maturação! Toda a dor em cor hoje se ri.
Nada a ver essa “dor de amor”...
um coração não se fere com chama e calor!
Tudo vai e vem:
Tudo sempre tem uma grande lição.
Só há tempo, sorte e poder viver...
Mande longe a morte pra dizer... poder dizer:
Há paz por aqui! O amor se foi,
mas não dentro de mim!
Tudo vai crescendo aqui,
um imenso corredor de quadros em giz.
Nada a ver com amor, rancor, meu, teu.
Essa coisa humana acaba assim!
Mas, meu bem: - Somos agora um só coração.
Bem-vinda pra mim!
O verdadeiro amor (é bem vindo aqui!)
Verdadeiro amor (bem-vindo aqui!)
Nada a ver com amor (amar assim!)
Nada a ver com amor (amor pra mim!)
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O rio invisível (Alexandre Oliveira)
O que é estranho?
O que é prazer?
O que é o ser sem ter?
O que você faz quando é pra valer?
Há lugar pro mago?
Há uma pedra no seu sapato?
Você pediu pra nascer ou só espera pra morrer?
O que é insano?
O que é o saber?
O que é o ver sem crer?
O que você faz quando vai chover?
Há concreto e mato...
O amor não te causa mais impacto?
Ainda há calor no seu entardecer?
E tudo vai e volta,
como uma chama torta...
Toda a noite se torna amanhecer,
como um círculo em um rio...
invisível.
No infinito é onde tudo acaba.
O que sou hoje, ontem,
comecei em você.
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Olha a chuva (Alexandre Oliveira)
Olha a chuva (2x)
Tá descendo a rua e vem em nossa direção!
E você? Tá esperando o quê?
Guarda as coisas e foge dessa confusão!
Olha a chuva (2x)
Ai, meu Deus! Não sei mais o que fazer!
Quero trabalhar em paz! Onde está o sol? Quero tudo agora!
Olha a chuva!
Lá vem, lá vem, lá vem, lá vem...
Vejo o brilho das botas correndo e a multidão!
Guarda-sol fechado e mercadoria na mão!
Olha a chuva, olha a fiscalização!
Meu São Expedito, rogai por nós! Provém dinheiro e licença,
para aqueles que não tem voz!
Olha a chuva, olha a fiscalização! (2x)
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Sexta de céu azul (Alexandre Oliveira)
Dia de céu azul! dia de corpo nú!
Um sapato florido, ao longe, meu terno blues!
Dia de céu azul, livre de credo e cruz!
A cada tropeço, um sentido!
Noites com norte e sul...
Você nem sabe o que eu achei!
Aquele amor que eu te dei...
Nuvem que molha o vento leva,
aguarda o calor do astro-rei!
Dia de céu azul, dia de corpo nú!
Livre de credo e cruz...
Noites com norte e sul.
Adicionado por Alexandre de Oliveira 1 Comentar 2 Promoções
Luciane Lopes disse... Oi Alexandre, curtindo suas canções!
Parabéns pelo trabalho
Bjos
antonio carlos de paula disse... Muito bom o seu trabalho. Parabéns!!
Olhe a chuva
Olho o som
Que balanço meu irmao
E pra sair dançando na sala
Balanço bacana
bacan o balanço
LUIZ ALBERTO MACHADO disse...
Paulinho Meira disse... Salve Salve Alexandre !!
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projetoamostragratis.gmail.com
Geraldo R disse...
Lucinda Prado disse... Oba!!
Quando tiver no ponto mme avise para eu poder te dar força.
Beijos
Lucinda
Lucinda Prado disse... © 2013 Criado por Sonekka.
