Quem é a Ana, seu Paradouro que veio antes de Depois de Julho para semear uma Flor Palavra!
Autora de versos suaves, cotidianos, brinda a voz com naturalidade e total possibilidade de cantar o que sente e compõem.
Seus versos renderam-lhe a gravação de dois discos independentes e apresentações em inúmeros locais.
Com convicção Ana Mascarenhas permeia as inúmeras barreiras de viver da arte em tempos de globalização, pirataria e mercado musical independente incerto.
Com composições e criações suficientes para o registro do terceiro trabalho, Ana vê na voz de outras intérpretes suas criações ainda inéditas em sua voz, como Mãe das Águas arranjada por Cardo Peixoto e gravada por Giamarê.
Iniciou sua trajetória musical na década de 80 em Pelotas/RS.
A ausência, por dez anos, dos palcos e da composição não foi suficiente para por fim ao talento e a vontade de voltar.
O incentivo do músico Egbert Parada, arranjador e diretor musical de seu trabalho até hoje, fez romper o silêncio e num verdadeiro “casamento musical”, a canção Marés foi levada à público no final de 1999 na Mostra de Música de Bar de Pelotas.
As composições ficaram mais freqüentes e a seleção para o Projeto 277, da Coordenadoria de Artes Cênicas e Música da Secretaria Municipal de Cultura de Pelotas – SECULT foi um processo natural.
Em 17 de dezembro de 2001, data do show no Projeto começou o trabalho em Paradouro, que virou disco.
O trabalho de composição continuou sendo construído de forma sólida e madura, além de novas parcerias musicais, fizeram o segundo disco Depois de Julho vir à cena um ano depois do primeiro.
Neste ano de 2009 prepara-se para gravar Flor Palavra (terceiro disco) que acontecerá firmando de vez o compromisso da autora, uma década após sua retomada, compor e cantar suas impressões do amor e do dia-a-dia.
E para encerrar!
“... te ofereço não só crisântemos azuis, te ofereço flores do campo, margaridas, girassóis, rosas brancas e amarelas, lírios da paz e mais todas as flores que meus braços sejam capazes de carregar...”
(trecho do poema Crisântemos Azuis e Fim, de Ana Mascarenhas)
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Estou feliz por estarmos juntos nessa irmandade poética. Dandára anda te espalhando pela Amazônia, "de salto alto".
Caiubimente falando, mandamos milhões de beijos.
Zé Pinto.
Adorei Catavento. É belíssima! Fiquei feliz pq vai entrar no CD do Cardo.
Beijos.
dá uma passada na minha página. Postei Catavento por lá.
Um grande beijo.
claro que não esqueci as velhas parcerias. Estou a algum tempo pra te pedir que autorizes pôr nossas canções em minha página, mas o tempo voa e não perdoa. Agora que vou gravá-los pra te enviar, vou postar lá tb. Ok?
Grande beijo e que o caminho do Flor Palavra seja leve.
Bom te encontrar Por Aqui
Muita Paz, música e momentos felizes em 2009
Bjus carinhosos...
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