Buddy X é paulistano e começou a tomar gosto pela dança aos 11 anos de idade e não parou mais... Era o finalzinho da Soul Music (Salve nossa majestade James Brown!) no Brasil (1977) e estava começando o Funky (Era com "Y" mesmo!). Nos anos 80 o maior nome na época do então chamado "Funky Falado" (A denominação "Rap" ainda era desconhecida no Brasil!) era Kurtis Blow com o Hit " The Breaks". No final do ano de 1982, Mano Gera (Pai e futuro parceiro de Buddy X, nas letras do grupo) muda-se para Campo Grande-MS com a família. Depois de assistir ao filme Flash Dance em 1984 Buddy X começa a dar seus primeiros passos de Break. Em 1985 Buddy X e um grupo de amigos quase foram presos na rodoviária de Campo Grande-MS pois estavam dançando Break em frente a um cinema dentro desta rodoviária e o dono do cinema ao vêr que as pessoas não entravam para assistir ao filme, pois elas estavam maravilhadas com a nova dança, resolveu chamar a polícia para tirá-los de lá, o que foi feito mesmo com o protesto das pessoas que assistiam! Em 1989 no Terminal Bandeirantes de Ônibus Urbano, vários dançarinos começaram a se encontrar por lá, e daí nasceu o Master Break. Em 1991 Buddy X e seu pai o Mano Gera fazem a 1ª letra do Master Break que foi "Pra você que me vê!", mas a música que estourou mesmo foi: Vida de Garí! conhecida popularmente como o "Rap do Garí" (1993) que na época virou um hino nos bairros já que teve sua execução na rádio ATIVA FM e rádio CIDADE FM entre as mais pedidas graças a uma gravação caseira feita na sala da casa de Mano Gera em fita cassete com aparelhagem emprestada e gravada várias vezes e daí se tirava a que ficava melhor porque tinha que ser gravada inteira sem cortes, era super trabalhoso mas muito gratificante. Então o público já sabia a letra do "Rap do Garí!" de cor nos bairros onde o Master Break se apresentava e cantava junto! Em 1995 Mano Gera, Buddy X, Dj Max Jay e Charles partiram para São Paulo com o sonho de gravar o 1º CD. Com a produção musical de Fábio Macari no Atelier Studios o sonho estava se materializando, e em 1996 tornava-se realidade com o lançamento em Campo Grande-MS do CD: Pra você que me vê! E posteriormente veio a mudança e lançamento também em São Paulo-SP. Em 1997 mudam-se para Guarujá-SP e por razões pessoais Charles e depois Max Jay retornam a Campo Grande-MS, então Buddy X e Mano Gera resolvem dar uma remodelada no trabalho do grupo e nasce o Razão Original. Buddy X conhece o Tibira que o apresenta ao Dj Klinger e logo de cara os três participam do Festival Regional da Canção-Som da Tribu em Santos-SP, onde concorreram 92 bandas num total de 158 músicas entre todos os estilos musicais e o Razão Original com o rap: "Canto de Menino", conquistou o 4º lugar na classificação final. Todas as letras na história do grupo foram feitas por Buddy X e seu pai o Mano Gera, sendo que "Canto de Menino" foi a última letra composta pela dupla pois Mano Gera faleceu em 2001.
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Salve Salve Buddy !!
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Paulinho Meira
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Elaborei uma concepção diferente da atual de como deveria funcionar o sistema de distribuição e arrecadação de direitos autorais no que se refere à área musical.
Tomando conhecimento de que o Ministério da Cultura está propondo a revisão e/ou reformulação da lei que trata do assunto (Lei nº 6.910/98), enviei àquele órgão a citada proposta, que pode ser acessada no site www.cultura.gov.br – lá entrar no blog “Direito autoral” (parte inferior central), em seguida em “Outras propostas recebidas” (parte superior central) e lá clicar sobre o meu nome (Geraldo Erico Acioli Rebelo) na relação das propostas individuais, coluna da esquerda em “Pessoas Físicas”.
É uma proposta que abrange os interesses de todos os que trabalham com música, sejam compositores, intérpretes, instrumentistas, regentes, usuários, etc, e visa a defender os direitos autorais numa sistemática benéfica para os artistas e para toda a cadeia partícipe da criação, produção, divulgação e distribuição musicais.
Assim, solicito aos que trabalham com música que disponibilizem um pouco do seu tempo e paciência, leiam e analisem os dois textos (o 1º sobre a “distribuição” e o 2º sobre a “arrecadação” de direitos autorais).
Caso concordem com a proposta, peço que enviem à Exma Sra Ministra da Cultura alguma mensagem solicitando que o Ministério a analise com a profundidade cabível.
Creio que essa concepção solucionaria, de modo benéfico a todos, os problemas atualmente existentes nesta área, arrecadando e distribuindo de maneira mais justa a renda que circula nos meandros artístico-culturais-musicais.
Um abraço.
Geraldo.
é nóiz, véi!
abrax
tudo de bom aí também
continuamos na correria atrás
do patrocínio do projeto.
e nossa gravação, tb por falta de
grana, só vai rolar para o ano
assim q tiver a base de áudio com
a letra gravada, te mando pra vc
encaixar tua parte, OK?
abração, mano