Onde a música nova se encontra
Bem-vindo ao
Clube Caiubi de Compositores
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Postado em 15 maio 2012 às 0:24 0 Comentários 0 Promoções
Navegou e atravessou
Do rio para o mar
Navegou e atravessou
Do rio para o mar
Se foi por caminhos
Para conquistar
Se foi, não voltou
Para reclamar
E navegou
E navegou
Sem ter aonde parar
Continuou
Nem se lembrou
Da hora de voltar
Tendo as estrelas
Para lhe guiar
O coração palpitar
O vento amigo
Para enfunar
As velas brancas
Levar…
ContinuarPostado em 7 maio 2012 às 14:01 2 Comentários 0 Promoções
Estamos questionando a qualidade da música (harmonia, melodia, letra, etc) . Já foram levantadas as questões culturais, os fatores políticos (ditadura e democracia versus arte), econômicos, midiáticos, dentre outros, como possíveis causas dessa controvertida "decadência musical". Não vejo assim, não percebo como causais os fatores alegados vejo-os como conseqüência mediata e imediata de um único fator causativo: a educação.
Já ouvi frases míticas como: "não preciso estudar para fazer música", "só é poeta quem sabe rimar", chamo-as de míticas porque tresandam a um mito fundamental: a desnecessidade do aprendizado. Aprender não é só teorizar, também é praticar a teoria. Existe, dentro de qualquer arte, um redutor/amplificador que se chama vocação/talento. Mas, até esse redutor/amplificador necessita de preparo, reparo e amparo, que vai encontrar no aprendizado.
A educação, nesse contexto a sua falta, o seu desmérito, provoca a mediocrização não só da música, mas da arte como um todo, da cultura, da essência do homem. Na mediocridade tudo é permitido e o permissivo é banalizado.
Sei que muitos não irão concordar comigo (em virtude das suas crenças políticas, dos dogmas introduzidos em nossa sociedade), porém, em vista dos nossos problemas sociais (onde adolescentes engravidam com facilidade) temos 4 décadas desde a…
ContinuarPostado em 2 maio 2012 às 19:37 0 Comentários 0 Promoções
Postado em 10 abril 2012 às 14:22 3 Comentários 0 Promoções
Quando eu era criança era comum ouvir: “você tem que estudar para ser gente”. E eu estudava muito porque era cobrada. Eu ia a pé para o colégio que distava da minha casa quase dois quilômetros. Na época eu tinha oito anos de idade. Saia de casa às seis da manhã para estar na escola às sete horas em ponto. Ia e vinha a pé.
Ao chegar à escola eu tinha que ir para a fila cantar o hino do colégio, o hino da bandeira e o hino nacional. Sei esses hinos até hoje. Eu estudava numa escola do estado, pública, que, na época, era considerada muito bom colégio.
Ao chegar em casa, tomava banho, almoçava e ia fazer as tarefas escolares que seriam corrigidas a noite, quando minha mãe chegasse do trabalho. Depois de uma ou duas horas de estudo e de organizar meu quarto como tarefa doméstica necessária e obrigatória, eu tinha direito a dormir, brincar, fazer o que eu quisesse.
Minha mãe, ao chegar verificava minhas tarefas, fazia as correções junto comigo e, às vezes, eu levava uns “bolos” se não estivesse com as matérias bem alinhavadas. Tudo na ponta da língua. Dor e prazer eram partes de um todo comum intrínseco ao aprendizado.
Eu desconheço um bom bailarino que não sinta dor nos pés. Ou um violonista que não tenha sentido dores nos dedos, nas mãos, nos braços no início do seu aprendizado musical. Todo aprendizado exige esforço físico e esse esforço implica em dor. Não compreendo porque atualmente a nova pedagogia faz questão de eliminar o erro e a dor do esquema de aprendizado, se isso faz parte.
Não tenho traumas, desenvolvi uma disciplina de estudo, me formei. Nada disso me impediu de “aprontar” na escola e na vida, nada disso me impediu de crescer, nem me transformou numa pessoa neurótica, cheia…
Postado em 3 abril 2012 às 19:00 5 Comentários 2 Promoções
O que era paixão
Inocente canção
Tornou-se arrependimento
Tormento
Acordes de ilusão
Inculpados
Saias rotas
Muitas mãos
Bruscas bocas
Saciados
Por desvãos
A chave fecha
A fechadura racha
Línguas soltas
Orgias loucas
Devassidão
No coração
O sofrimento
Põe assento
Poderia ser poesia
Poderia ser canção
Desolação
…
ContinuarPostado em 1 abril 2012 às 11:30 6 Comentários 3 Promoções
Pensei que a velhice me traria mais flexibilidade, mais condescendência no olhar as coisas e os outros e até um pouco de sabedoria. Acredito que me enganei.
Não sei se é uso excessivo de celulares, micro-ondas, ipads, ipods, tablets, e outros hightecnicismos. Não sei se é o vazio analógico/digital das emissoras de TVs. Não sei se é massificação cultural, ou se é a enorme desinformação informativa veiculada em milionésimos de segundo para todo o planeta; não sei se é a fome em sentido lato, ou o desperdício excessivo, num sentido mais específico. Não sei se é a escassez da maioria ou exagero da minoria. Não sei se o problema está em mim ou nos outros. Não sei, mesmo!
O que vejo, para onde olho, é mixórdia. É gente falando, publicando, “proselitizando” cada loucura que eu não sei se estou no século XXI ou na Idade Média dentro de uma banheira tendo visões futurísticas.
Eu li, esses dias atrás uma mistura inusitada de cabala, catolicismo, espiritualismo e xamanismo, revestidos em uma roupagem apocalíptica, messiânica. Um aviso sobre o porvir, que compreensivelmente, viria embrulhado em fogo do efeito estufa e água derretida dos polos. Os comentários à matéria eram mais cacofônicos do que a matéria em si. Citações bíblicas extensas de São João e Ezequiel, além da sapiência maestrina dos neuróticos-religiosos de carteirinha e dos profundos conhecedores do além. Tudo isso acondicionado num belo pacote de informações sobre novas formas de energia (??????)
As considerações sobre a vida dos “ídolos nacionais” são outra coisa que eu, na minha aloprada burrice, não consigo entender. Como uma bunda ou um par de peitos de silicone podem ser mais importantes do que qualquer barriga faminta? Ou, do que o crescente assassinato de…
ContinuarPostado em 21 março 2012 às 10:46 4 Comentários 0 Promoções
Seja branco
Ou negro
Pobre, abastado
Até nas vascas da lei
Marginal autorizado
Seja por fé ou descrença
Tendo na mão a sentença
Sendo ou não condenado
Não se sinta alforriado
Seja um crente, um ateu
Aristocrata ou plebeu
Árabe ou judeu
Você é o que é
Nada pro estado
Se solteiro ou casado
Viúvo, amante, divorciado
Você é um arquivo
encerrado
E toda essa sanha genocida
numa vida
Temos que lutar.
O que temos a esperar?
E se toda essa luta está perdida
Para que…
ContinuarPostado em 21 março 2012 às 10:38 6 Comentários 3 Promoções
Vai, violão,
E me mostra o saber
Fazer
Quando o dia amanhecer
Faz o mundo renascer
Em suas cordas
Faz surgir uma canção
Vai, violão
E me prova que o amor
É cor
Tinge a vida de prazer
Se acabar não vai doer
Porque amar
É viver em construção
Se canção não houver
Se amor não tiver
Em um canto qualquer
Se esconde um violão
Você vai encontrar
E então musicar
Nas cordas ensaiar
Preenchendo a…
Continuar
Carla Amalia F. L. Marzagão respondeu à discussão Projeto de Lei que reconhece a profissão de COMPOSITOR e LETRISTA de Sonekka
Luiz Carlos Santos deixou um comentário para Carla Amalia F. L. Marzagão
Carla Amalia F. L. Marzagão comentou a postagem no blog NOSSO AMOR NÃO MORREU de Luiz Carlos Santos
Posts no blog por Carla Amalia F. L. Marzagão
Carla Amalia F. L. Marzagão comentou a postagem no blog O QUE ENTENDO DA VIDA de Luiz Carlos Santos
Sandra Moura deixou um comentário para Carla Amalia F. L. Marzagão
eller, deixou um comentário para Carla Amalia F. L. Marzagão
Carla Amalia F. L. Marzagão comentou a postagem no blog O TEMPO CERTO de Sandra Moura
Carla Amalia F. L. Marzagão promoveram a discussão Geração "Nada a ver" de Rodrigo Campos R. Trindade
Carla Amalia F. L. Marzagão comentou a postagem no blog RASO DA CATARINA de JOSÉ CARLOS DE SOUZA
Carla Amalia F. L. Marzagão respondeu à discussão Geração "Nada a ver" de Rodrigo Campos R. TrindadeAdicionado por Carla Amalia F. L. Marzagão 1 Comentar 0 Promoções
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"Chamado" me chamou para sua página...
Quer dizer que temos uma nova compositora e intérprete?
Que "Chamado" seja a primeira de muitas.
Parabéns e beijos!
Luiz Carlos Santos disse... Minha amiga fico contente com teu trabalho, muito bom que seja o primeiro de muitos e cada trabalho mais qualidade, pois a quantidade leva a perfeição.
Parabéns ao Chamado sucesso na certa.
beijão amiga!
Tem música nova na minha página, É Só Pra Distrai é uma parceria do Gustavo Godoy e do Evaristo Filho, sem nenhuma intenção... Ouça, paz e amor!!!
Sandra Moura disse... Carla querida! Vim retribuir a visita, e aproveito para ouvir De minha mãe, muito emocionante! E fiquei por aqui, absorvendo a sabedoria das suas palavras que vem de encontro com o seu talento...Parabéns!!!!
eller, disse... Visitando e aplaudindo muito
Parabens
eller
Pecchia disse... Carlinha!!! Quem bom que já aceitou o meu pedido. Vc tem toda razão, essa música do Luís Carlos não tem definição. Muito linda mesmo! Reparei que possui fotos com ele, não é mesmo? Que bacana! Dê um abraço bem forte nesse querido colega! Vc pelo jeito tb não pára, não é? Beijos e parabéns!!! pecchia. (Ah, tenho um pezinho aí tb, meus pais são do Ceará) Inté....
Raphael Araújo disse... Olá Carla, passando e curtindo as suas músicas. Parabéns, muito sucesso.
JOSÉ CARLOS DE SOUZA disse... Olá Carla, "De Minha Mãe", Uma bela e justa homenagem. Parabéns! Bjs, José Carlos
Luiz Carlos Santos disse... Oi Carlinha a música Nego ficou maravilhosa, amei.
beijos
Luiz Carlos Santos disse... Minha amigona Carlinha, que coisa linda essa tua canção De Minha Mãe, amei por coincidência hoje também escrevi uma letra em homenagem a minha saudosa mãe. Ninguém é forte o bastante para desprezar um amor de mãe.
Parabéns minha amiga, em breve estarei postando minha mais nova homenagem a todas as mães.
Beijão Parceira!
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