Evaristo Filho compositor e cantor começou sua carreira em 1995, quando lançou o seu primeiro CD, intitulado LUA NOVA, embora somente como compositor, colecionava premiações em festivais desde o ano de 1982, quando morava no Maranhão e venceu o III FESMAP, com a música RETRATO EM ALTO RELEVO. Neste ano de 2008 o festival vai festejar 20 anos de atividade. No ano de 2001 lançou o CD MIRAGENS com participação de Edmar Gonçalves e Manassés de Sousa, em 2006 lançou MINHA BAGAGEM o CD produzido por Ítalo Almeida e Rogério Franco e que conta com a participação de Paulo Cesar Oliveira e Aléssia Freitas, sua filha. O cantor Evaristo Filho além do seu acervo autoral canta e se identifica muito com as músicas de Alceu Valença, já fez diversas apresentações na cidade festejando o repertório deste grande nome da música brasileira. Evaristo já cantou nas principais casas de Fortaleza e já abriu shows de artistas renomados como: Alceu Valença, Cesar Nascimento, Jorge Vercilo e Nilson Chaves. No ano de 1992 morou em São Paulo onde já cantou por duas vezes na casa Tom Brasil e já rodou o nordeste inteiro mostrando suas composições. Os principais prêmios que já ganhou foram: Festival Canta Nordeste nos anos 1994 e 1996, com as músicas CANTO SEM EIRA NEM BEIRA e MIRAGEM respectivamente, ambas em parceria com Edmar Gonçalves, Prêmio Banco do Brasil de Musica no ano de 1999, com a música NA LUA CHEIA DESSA SOLIDÃO, em parceria com Fernando Crateús e Rogério Lima e Prêmio FEBRABAN de Música nos anos 2000 e 2002, com as músicas: BOI DA NOITE e DIFERENTE também ambas em parceria com o compositor Edmar Gonçalves.
O compositor Evaristo Filho já teve suas composições gravadas por: Ana Fonteles, Anna Magdala, (cantora baiana radicada em Brasília), Chico Pessoa, David Duarte, Edmar Gonçalves, Edvando de Sousa, Fernando Rosa, Grupo Vocal Cinco em Ponto, Joana Angélica, Pingo de Fortaleza, Ricardo Black, Rogério Franco, Teti, Vânia Abreu, entre outros.
Atualmente o artista esta gravando o seu quarto CD, com o nome provisório: INSPIRAÇÃO, que traz, assim com os outros três CDs anteriores, a sua preferência por letras engajadas politicamente e que valorizam a poesia, este disco é também o mais melodioso da carreira de Evaristo onde ele aparece mais como músico que como letrista.