Clube Caiubi de Compositores

LIO DE SOUZA
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Amigos de LIO DE SOUZA

eita meus amigos já lá se vai um ano e alguns meses que estoupor aquí.muitos amigos, muitas parcerias, e principalmente, ter conhecido tanta gente de talentos...brigadão por tudo, por voces, pelas parcerias...quem sabe um dia a gente se ver por aí!!!!

Discussões de LIO DE SOUZA

Participação no Acervo Caiubi

amigão, acho que reclamar é um direito todo teu,meu rei, agora tu ta meio que falando sei lá o que... parecendo aqueles documentários sobre repressão, vcs dizem e eu não entendo bulufas. que porr...

Respondeu 7 Nov

AOS GUERREIROS.
7 respostas 

AOS MANOS VÉI,QUE FIZERAM E FAZEM DA CANTIGA E CANTO SUA LUTA SUA GUERRA. MEUS CUMPADI,QUE SAIRAM DO SANDUISHI E BATATA FRITA E VORTARU PRU CUZCUZ COM FEIJÃO E SONHO. AOS CUMPADI: JOSINO MEDINA P...

Iniciou esta discussão. Última resposta de Reinaldo Magrão 6 Ago.

Noticias Caiubicas!

DIANTE E DE BELO APELO, SERÁ APELO? OU DIANTE DE TÍ, AGRADEÇO-TE, E O GRANDE FRUTO DISSO TUDO FOI NOSSA AMIZADE. FOI PODER CONHECER OUTRAS TANTAS PESSOAS, SABER DAS SUAS IDÉIAS E PENSAMENTOS. TU...

Tag: forumanja

Respondeu 20 Jul

 

LIO DE SOUZA . vâo entrando amigos, casinha mixoxa, mas cheia de poesia!!!

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SIM
Cidade/UF
CARNAIBA

EU COMO POETA

;

LIO DE SOUZA.

SERTANEJO DAS CAATINGAS DE CARNAIBA-PE.

A MUITO NA LUTA DA ARTE, E VIDA.

CANSADO, POREM COM RESISTÊNCIA, E LUTA.

quer saber quem eu sou?
durma à sombra de uma árvore,
leia um bom livro e faça poemas,
viva poesias,
cante uma "moda",

toque viola,
lá estou!!!



Em baixo do sol e da lua.

Tem um verde tapete, criado por deus destruído por nós,
Tem um monte de lençóis,
Brancos, feitos mode nós pisar
Tem uns bicho a andar,
Sem rumo sem destino,
Tem outros bichos feitos de lata,
Tem gente de alpercata,
Tem um monte de meninos.

E esses meninos,quando ficam grandes fazem maldades
Sai daqui, vão pras cidades,
E das cidades voltam praquí,
Pulam muros sem pedir,
Permissão aos seus donos,
Procuram , por mães e pais,
Choram por não ter mais,
Vivem no abandono.

Em baixo do sol e da lua,tem amor!
Tem um monte de doutor,
Que mandam nós votar,
Sem ser preciso acertar
Na tal votação,
Tem puta pedindo carona
Tem madame feia chorona
Tem coroné,tem patrão.

Em baixo do sol e da lua,tem jogador de futebol,
Tem arte, tem besteirol,
Tem cantador de viola,
Tem cego pedindo esmola,
Tem poesia e tem poeta!
Corre ladeira à cima,
E pra rimar sua rima,
Alterando a sua meta.

Em baixo do sol e da lua, de deus tem a mão,
Tem seca no sertão,
E um povo guerreiro,
Batedor de ferro , é ferreiro
Bebedor de água , é cacimba,
Tem carro de boi e carroça,
Tem gente que vive de roça
Fazedor de menino, é bimba.

Por isso digo com certeza,
Em baixo do sol e da lua, tudo é uma beleza,
Tem muié de salto alto,
Tem cabra ruim no planalto,
Tem inté uns que são meus,
Tem igreja, e rapariga
Levante os oi avista,
Tudo tem a mão de Deus.







LUA CHEIA.

Lua cheia vem cá pra mim, alumiando o meu caminho.
Sordade dela meu peito tem
Sei que não vem me acalentar.
Os vento traz o cheiro da poeira
Das catingueiras do meu lugar.

Sebastião me falou
De uma pescada no pajeú,
Ajeita as traia e se mandou
Morreu nas águas, sem ir ao sul.

Relampeando lá no poço da cruz
Onde só Jesus tem pena de nóis,
Me alembrando de mãe cutia
que outro dia me fez nascer.

Sordade dela me encontrei
Em uma noite tanto me virei
Na cama dura da existência
Sem paciência.
Vortei pra cá.

Pingando água em riba das telhas
Vendo as abelhas fazendo mel,
Tentando ver uma saída
Desconhecida,
Rumo ao céu.






MÃE PRETA.


Mãe preta.
(a pessoa mais cheirosa que já conheci)


Mãe preta. (a pessoa mais cheirosa que já conheci)


Era tanto cafuné que mãe preta me dava, e ainda falava
Fio venha cá,
E eu sem parar, no colo dela dizia,
Mãe preta me benzia,
Me fazia naná.


Mãe preta tinha um cheiro que ainda hoje sinto,
Foi por ela que não minto,
Das estórias que contava,
Me abraçava, com tanto conforto
Me ancorava em seu porto,
E nada me cobrava.


“Pequeno polegar”, “azeite senhora vó”
“Lobisomem”, e “João chicó”
Que eu tanto escuitava,
Mas, mãe preta me traiu!
Foi embora e partiu, foi ao céu e subiu
Sem perguntar se eu deixava.



Um abraço.


Senti um aperto quando ela foi embora
Me dizia não demora, mode a minha solidão.
E eu contente pensando ser verdade,
Fiquei cheio de saudade, com dor no coração.

Não teve abraço, minha amiga teve não!
Sei que demora, por favor, faz isso não.

O meu desejo era rever a sua fala,
Porque tu cala
Nesse jeito desumano,
Só uma sombra de tu já me consola
Por favor, não vai embora!
Desenrola desse pano.

Cadê o abraço meu amor, diga cadê,
Um monte de você por aí eu vejo tanto
Se tu não volta, choro feito um maluco.
Vou até o Pernambuco,
Procurar um bem-querer.



QUEM TEM MEDO TEM UM


A ESPINHA DO PEIXE SE ENGASGOU,
COM A GOELA DE UM VELHO CANOEIRO,
DISSE ELE EM MONTEIRO,
QUE ERA PERNAMBUCANO

QUE OS VERSOS DOS CIGANOS,
SE MISTURAM COM O MOXOTÓ
SAI A POEIRA ENTRA O PÓ,
NO VERSSADO SERTANEJO
CANTIGA DE GRILO, E PERCEVEJO.
SÓ SERVEM PRA QUEM TEM DÓ.

ATIREI UMA PEDRA NO TOTÓ
ELE SAIU POR AÍ MIANDO,
SENTÍ SER, UM DE UM VELHO BANDO,
DO CANGAÇO CATINGUEIRO,
NEM PRECISAVA DE DINHEIRO,
MODE EU MORRER DE FOME


QUEM TEM UM, TEM NOME.
E QUEM TEM MEDO TEM UM
EU OUVÍ UM ZUN, ZUN, ZUN.
UM TAL DE COME NÃO COME
VOU FAZER TRANSPOSIÇÃO
DO JEQUITINHONHA, PRO PAJEÚ.





BEM QUERENÇA PRO VELHO CHICO
(ODE AO RIO SÃO FRANCISCO)



DORME, RASGANDO AS ENTRANHAS DAS SERRAS DOS GERAIS,
SERPENTEIA NA BAHIA
DOS MONTES PASCOAIS,
ROUBANDO-LHES ALMAS E FALAS, DOS CUSTUMES DOS ANCESTRAIS.
ALIMENTO E POESIA QUE UM DIA SE FORAM.


UMA BEM QUERENÇA PRO VELHO CHICO



ALIMENTAS QUEM TE ALIMENTOU, DIZ UNS VERSOS PRA QUEM TE CANTOU,
POIS ROGO EM PRECE, DE MÃE REZADEIRA,
UMA MULTIDÃO DE MÃOS BRASILEIRAS
CLAMANDO EM DOR, O POVO DO SERTÃO.


ACORDA, POIS A TUA QUERENÇA, É UMA BEM QUERENÇA,
INVADE OS DESTINOS, POIS NESSA CRENÇA,
TRAZENDO EM SUAS ÁGUAS, O BEBER E O PÃO.


DE PAJEÚS E MOXOTÓS FOSTES ALIMENTADO.
FOI BEBENDO NA FONTE DE RIOS E RIACHOS,
QUE A VIDA SE FEZ VIDA, NAS TUAS ENCHENTES,
COMO UM DEUS, DA UM RUMO NESTA HISTÓRIA,
TRAZENDO DE VOLTA COM FORÇA E GLÓRIA
ENCHENDO DE NOVO OS SEUS AFLUENTES.



E ROGANDO NOS PÉS DA SANTA NATURA,
SALVANDO UMA ESPÉCIE E SUA BRAVURA, GALOPANDO TÃO FORTE, COM DESTINO AO MAR.






Caatinga

Angicos, jurema, cactus, riacho dos campos aroeira,
Rio pajeú, oitizeiro, cajarana, jatobá, carnaubeira,
O que é isso? nunca vi, sei lá.
Liga não vai passar.
Era uma tal de caatinga sertaneja,
Que existiu no sertão
Mas, do homem veio a mão
E acabou essa peleja.

Que maravilha é a areia que ali brota.
Pros vendedores dão uma nota,
Como ficam felizes,
Deixando cicatrizes,
Ta aberta à ferida,
Água para que?
Todo dia vai ter,
Engarrafado por aí, vidas!

Vida pode ser de gado pastando,
Uma multidão se juntando,
Em um amontoado, de cabeças,
Sábado, domingo, segunda e terça,
Qualquer dia da semana,
Implorando por verdade,
E morrendo de saudade,
Agonizando em uma cama.





PÓ DA VIDA.



Dei um chega à tristeza, sacudi o pó da vida e fui à guerra,
Conheci as dores dos amores vencidos, e os mistérios da,
Saudade sem fim.


Engoli a poeira que levantou da terra, um bom cabrito não berra,
Por isso hoje, estou aqui,


Juro que por aí, também joguei minha bola,
Pulei o muro da escola, pra tomar banho de rio,


Falei da vida com as estrelas, acendi minha fogueira pra esquentar,
O frio,
Abri uma garrafa de esperança, admirei tua dança tão sensual,
Pra mim.

E DEPOIS DO PRE-SAL?


E LÁ VÃO ELES CUTUCANDO A TERRA SEM DÓ
EM UMA CORRERIA ALUCINADA AO PÓ
QUE A SANTA NATURA RECLAMA,
TIRANDO DO SEU LEITO POR FENDAS
E A SANTA MAINHA DE LENDAS
MERGULHANDO TODOS NA LAMA.

EM UMA LAMA REALISTA, SÓ NÃO VER QUEM NÃO QUER,
FAÇA O QUE QUIZER
A LAMA CONTINUA,
TIRA FERRO, FERRO BOTA,
CADA UM COBRA SUA COTA,
E DEIXANDO MAINHA NUA.

E MAINHA NEM RECLAMA, COMO TODA MÃE É SANTA,
ENROLA-SE NUMA MANTA
PRA DEFENDER A CRIA,
DO FUNDO DA TERRA O LAMENTO
POIS VEM O ESQUECIMENTO
NUMA DUCHA DE ÁGUA FRIA.

FRIA, GELADA COMO A MORTE,
TRAZENDO SABE LÁ SE POR SORTE
UMA ESTÓRIA QUE NÃO FAZ MAL,
E QUANDO A CASA CAIR?
O QUE SERÁ QUE VAI VIR,
DEPOIS DO PRÉ-SAL?



BY. LIOZIPIO DE SOUZA
EU E ZABÉ.


SAIU EU E ZABÉ, CORRENDO MUNDO AFORA.
PENSANDO NÃO É HORA
MODE NÓIS SE APARTAR,
ZABÉ DIZENDO ME AMAR,
NA CERTEZA DE UM AMOR TÃO INFINDO,
E EU TÃO TRISTE, MAS, SORRINDO
QUERENDO O MEU PECADO SEM FIM,
PEDÍ A ZABÉ, POR MIM,
SE ESQUECIA QUE ELA TAMBÉM QUERIA
QUANTO MAIS ZABÉ PEDIA,
MAS, EU DIZIA SIM.


A MINHA ZABÉ, NÃO ERA A DE “BURRA CEGA”
ELA ERA A MINHA ZABÉ,
ERA UMA FULÔ DE COISA LINDA,
CORPINHO DE VIOLA
JEITINHO SAFADO,
FICAVA SEMPRE AO MEU LADO,
NÃO NEGAVA A MINHA ESMOLA.


É, MAS ZABÉ SE FOI,
CANTOU EM OUTRA PRAÇA
DEIXOU SÓ A DESGRAÇA
E EU, COM JEITO DE BOI,
VEM ZABÉ, TU TA PERDOADA
ISTO NÃO EXISTIU, NINGUÉM FALA NINGUÉM VIU
TU NÃ VAI FICAR FALADA,


MODE NÓS SE AMAR, EU FAÇO QUINEM O DOUTOR.
DOU UMA VOLTA NO MUNDO,
DEIXO ELE NO MAIS PROFUNDO
SENTIMENTO DO POVO.
CARREGO TU PRA MIM
E PRA ESTORA TER FIM
NÓIS FAZ AMOR DE NOVO.



FOI AQUI

FOI AQUI QUE VÔ E VÓ FORAM FELIZES
QUE RAMIFICARAM TODA NOSSA EXISTÊNCIA
QUE PAPAI CORREU QUANDO CRIANÇA,
FOI AQUI.

SIM, FOI AQUI.
DIZIAM SEMPRE, QUE UM DIA TERIAM QUE SAIR DALÍ,
POIS ALÍ NÃO ERA LUGAR DE SE VIVER
POIS ALÍ ERA O FIM DO MUNDO
NÃO DA NEM PRA IR À MISSA, DO DOMINGO!

FOI ALÍ.
JÁ MUDA TUDO, HOJE, ELES OBSERVAM DE LONGE.
COMO SE TUDO AQUILO, FOZEM SUA VIDA.
TRANCADOS EM UM QUARTINHO QUALQUER
RENDIDOS A UM APARELHO DE TELEVISÃO,
E NADA MAIS!









Fotos de LIO DE SOUZA

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Blog de LIO DE SOUZA

LIO DE SOUZA

E SOL TOCOU VIOLA DENTRO DO MEU CORAÇÃO.

E O SOL TOCOU VIOLA, DENTRO DO MEU CORAÇÃO.



PULEI FEITO MENINO, QUANDO UM AMOR ME CHAMOU LÁ NA PORTA.
PENSEI QUE VIDA TORTA,
O QUE ESTÁ ACONTECENDO?
SAÍ VOANDO OU CORRENDO, NÃO ME LEMBRO JÁ NÃO SEI
JURO QUE VOEI
PRA DEMOSTRAR MINHA EMOÇÃO,
MAS, ELA SÓ ME TROUXE DOR, NEM SE QUER ME DEU BOLA.


E O SOL TOCOU VIOLA, DENTRO DO MEU CORAÇÃO.



AQUECEU O MEU PERDÃO
SEM ENTENDER O QUE FIZ,
MANDEI ENTRAR, ELA NÃO QUIZ.
CONTINUEI NA SOLIDÃO,
DISSE, SEM QUALQUER PENSAMENTO.
ME FEZ ATÉ UM JURAMENTO, DE… Continuar

Postado em 16 novembro 2008 às 15:31 ‚Äî 1 Comentário

LIO DE SOUZA

Á HISTÓRIA DO MUNDO

NA HISTÓRIA DO MUNDO. (galope à beira mar)


NA HISTÓRIA DO MUNDO QUE TODO MUNDO CONHECE,
PAI, MÃE, E FILHA, A TURMA OBEDECE,
O DESCASO LATENTE E DESUMANO,
NO VALE PROFUNDO, DO DESENGANO
SÃO COISAS BONITAS QUE ESTOU A CANTAR,
NÃO POSSO IR MUITO LONGE, NEM ME ENGANAR,
NAS ESTÓRIAS DE FULANO, SICRANO, OU BELTRANO,
SE NÃO, VOU ENTRAR NA TORA E NO CANO,
NOS DEZ DE GALOPE DA BEIRA DO MAR.


EU SINTO QUE UM DIA VOU ME ACABAR
DE AMOR E TESÃO, PELA VIDA AFORA,
SE EU NÃO FICAR, TENHO QUE IR EMBORA,
CANTA… Continuar

Postado em 29 outubro 2008 às 9:14 ‚Äî

LIO DE SOUZA

HOJE ACORDEI MEIO LESO!

HOJE ACORDEI MEIO LESO.


LEVANTEI-ME, COMO NÃO QUERER NADA, COMO SE NADA EXISTISE.
OLHEI EM VOLTA DE MIM MESMO, E SENTÍ PENA.
VELHOS FIOS FACEARES CANSADOS,
UMA TEZ SEM NENHUMA GRAÇA,
UM SORRISO INEXISTENTE,
CARA DE DOR!


OLHEI EM VOLTA PARA VER QUE DIA PODERIA SER,
GRITEI, CHAMEI ALGUEM, MAS, NINGUEM ME OUVIA,
PARECIA QUE O MUNDO TINHA MORRIDO.


GRITEI! GRITEI!


OLHEM!
ESTOU AQUI, SOU EU O POETA,
VEJAM!
TAMBEM CANTO FAÇO CANÇÕES!

E NADA! NADA! NADA!


NINGUEM RESPONDEU,
OU O MUNDO TINHA MO… Continuar

Postado em 29 outubro 2008 às 9:00 ‚Äî 3 Comentários

LIO DE SOUZA

A NET DEMOCRATIZANDO A ARTE.

POIS É AMIGOS AOS POUCOS VÃO SURGINDO NOVOS ESPAÇOS PARA QUE AGENTE POSSA USAR,
OU SEJA MOSTRAR, NOSSO TRABALHO.
E AOS POUCOS, QUE ESTÁ DESTINADO A OUTRA FORMA DE MÍDIA VICIADA,
TODOS VÃO FICANDO CANSADOS.

OLHA AÍ, GRANDES SITES SURGINDO.


VIVA NÓS NÉ???

Postado em 22 outubro 2008 às 10:37 ‚Äî

Caixa de Recados (493 comentários)

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Às 20:52 em 25 novembro 2009, Galdencio Pereira da Silva Neto disse...
Mestre mandei um e-mail com as musicas classificadas,classificamos "sozinho"para dia 28/11 dá uma olhada,Vou ligar pra vc pra combinarmos sua vinda.

Meu abraço

Galdêncio Neto
Às 11:39 em 25 novembro 2009, Josino Medina disse...
Alô Lio...cadê estúdiopazezen... o endereço é o mesmo da rua dos lírios, casa das quatro ingazeiras. TÕ sem conseguir chegar no seu pra te enviar o meu. A hora que estiver tudo ligado, funcionando as possibilidades, cê vai ver que usina de canções vamos tecer.
Um abraço, mano meu. Mas mande logo esta tal placa e manual.
Às 17:47 em 19 novembro 2009, ZENÓBIO JORGE ARAÚJO disse...
FICO FELIZ EM SABER Q VC ESTAR TERMINANDO PAISAGEM COSMICA
ESTOU NO AGUARDO
COMIGO ESTAR TUDO BEM NO MAIS TENHO CURTIDO SEU MAIS NOVO TRABALHO, CONTINUA COM DEUS ABRAÇO.
Às 15:31 em 18 novembro 2009, Galdencio Pereira da Silva Neto disse...
salve poeta vei,cada poema da peste de bom,estou agurdando a data de apresentação do festival pra lhe avisar,mandei um e-mail pra o poeta fazer um milagre nele.

meu abraço
Galdêncio Neto
Às 16:07 em 17 novembro 2009, Liane Monteiro disse...
Lio, Sempre bom estar aqui!...Li
Às 9:07 em 17 novembro 2009, Sônia (anja) disse...
Lio Liooo!
Vim visitar. Mas to sempre avuando por aqui.Doida pra arrumar aquele desacerto de HTML ali em cima...abaixo do Eu como poeta.

O poema demais de lindo.
Tua visita preciosa.


"Em tudo a mão de Deus
nos meus nos nossos
sonhos teus"

bjoss
bye bye lio

no skype, mas não tá
:(
Às 7:24 em 17 novembro 2009, Dimas Deptulski disse...
Muito bacana, seu trabalho. Parabéns.
Às 10:05 em 16 novembro 2009, jair fraga vieira neto disse...
Obrigado amigo lio, fica a vontade querido, qualquer coisa só falar, abraço
Às 20:29 em 15 novembro 2009, Josino Medina disse...
Mano Lio...bateu lá no meu emeio as suas anotações, suas informações sobre as gravações...grato pela atenção...darei um retorno durante a semana. Foi muito legal aquela nossa conferência, nós jardineiros do canteiro celestial da nossa anja. Um abraço, mano. Permaneçamos na paz bem zen
Às 12:28 em 13 novembro 2009, tatiana cobbett disse...
LioLindo compadre!
se pecisar mexer....metricar....suprimir....repartir...partilhar.... faça
beijares fartos


Morna

Interno e sem vontade de sair
um passarinho faz seu ninho
num barquinho,
o gato enroscado
aquece o computador
a noite espreita a costa
e
de olhos no mar
Maria Barba d"ja brava
uma cantiga de amor

um carnaval
como tantos outros
outro ano começou


Arlequim
Pierrot
revoando
gaivota pescando
mergulhando
por baixo e razante
um azulão
passa voando
desajeitado e belo
no bojo
uma serenata
feitiço dos mais sinceros

Tatiana Cobbett
 
 

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