Palavras do mestre...

"Na primeira vez que fui ao Clube Caiuby, encontrei muita gente talentosa, na verdade os mais talentosos dos últimos vinte anos, cantando uma série de canções que eu nunca tinha ouvido e que imediatamente me tomaram de assalto, tornando-se parte das minhas eternamente preferidas. Algumas destas canções, nos mais variados estilos, eram interpretadas por uma moça pequena, mas portadora de grande personalidade: LIS RODRIGUES, sem dúvia a primeiríssima Dama do Caiuby, graças aos serviços prestados à boa música que lá se cria.
Ela vem crescendo dia a dia como intérprete, devendo isso em grande parte à escolha primorosa do repertório, todo ele gerado dentro do Caiuby. Rocks-balada como CISCO NO OLHO, que fez com Ricardo Soares e Sonekka, semi-raps como BOLEIROS, de Vlado Lima, funks-jazz como TEORIA FEMININA, de Max Gonzaga, blues como REMÉDIO INÚTIL, do Sonekka e até o samba diálogo NEGO&NEGA, ou o samba reportagem PRAÇA DA SÉ, de Kaká Silva, se tornam sua propriedade eterna, porque ela se apossa destas canções com sua graça e brilho. Eu mesmo tenho a honra de ter por ela interpretadas duas de minhas canções-caiubisticas, que certamente ganham muito com sua voz e jeito.
Tem muito a crescer, ainda, o que só me alegra, porque desse jeito ainda terá muito a cantar, e é disso que precisamos: gente que cante sempre, com alegria e determinação, aprendendo diariamente o ofício de cantar e nos enriquecendo com isto."
Zé Rodrix
(em meados de 2004)
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:: Lis Rodrigues - Intérprete e compositora paulistana, neta de um cantador de Folia de Reis (seu Sebastião), conviveu com a música popular desde menina que expõe à céu aberto a paixão pela música, coisa atávica. Antropóloga que se dedica à pesquisa das expressões populares da cultura brasileira, em especial a capoeira e samba de roda. Pesquisadora também da música autoral independente, exibe no currículo, nada mais nada menos, do que a co-fundação, seis anos atrás, do Clube Caiubi de Compositores – um dos mais importantes, ruidosos e respeitados movimentos de música independente neste país. Um projeto que resgata a canção da mediocridade reinante. Na pele da compositora, Lis Rodrigues assina, entre outros trabalhos, o hit “Cisco no olho”, em parceria com Sonekka, outro fundador do Clube Caiubi, e o genial Ricardo Soares, autor de “Tudo bem, meu bem”, rock que lhe valeu o primeiro lugar no festival promovido pela TV Globo, em 2000.
A intérprete Lis Rodrigues, eclética, passeia pelos diferentes gêneros – do rock urbano ao samba de breque. A escala é uma só: o país da qualidade. Algumas pérolas do repertório? “Boleiros”, de Vlado Lima, mais um pioneiro do Caiubi; “Remédio Inútil”, de Sonekka, Osmar Reyex e Zé Edu Camargo; "Paletó de Brim", de Nando Távora e Zé Rodrix; e “Teoria Feminina”, de Max Gonzaga.
Com gravações em 3 CDs coletâneas e preparando seu primeiro CD solo, dezenas de shows pelos teatros, casas noturnas e instituições de caráter cultural com espaço para a boa música, desde 1999, quando deu partida na carreira, Lis Rodrigues não parou mais. Depois de dividir o palco com nomes como Zé Rodrix, Tato Fischer, Tavito e Celso Viáfora, Susie Mathias, Cida Moreira, Kleber Albuquerque (entre outros), Lis Rodrigues segue estrelando a temporada de shows em São Paulo.
Os roteiros incluem composições de alguns dos mais festejados artistas do Clube Caiubi de Compositores e outros parceiros que ela encontra pelo caminho.
por Lúcia Helena Corrêa
BLIM AIN NARA
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Me adiciona, please? Bjk, Lia.
então até publiquei uma errata lá na minha página.
Eu transcrevi o que consta no troféu mas acabei confundindo vocês.
vencemos melhor canção de Rio Preto (riopretense) e não o 1º lugar geral.
Beijocas,
Léo.
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