Clube Caiubi de Compositores

Paulo Pinho
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Escrever é esvaziar a alma...

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Quem sou eu ? Eu sou apenas aquilo que escrevo...

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Credo e descredo


Não creio em tudo que leio.
não creio em tudo que ouço,
e muitas vêzes,
também não creio naquilo que vejo.

Não creio nas teorias sem fundamento,
não creio nas razões de circunstância,
nas mentiras forjadas pela conveniencia
e nas oportunidades vendidas pelos inconvenientes.

Não creio nas amizades sem nenhuma reciprocidade,
nas confissões sussuradas com a certeza da impunidade
e nos projetos beneméritos gerados apenas pela vaidade.
Na verdade absoluta, mesmo que bem embalada, é que tambem não creio.

Não creio na completa ausência do mêdo,
na obscura autoridade que se auto-proclama e que reina
pelo indiscriminado terror que impõe o silencio,
no uso da força – seja ela qual for - tambem não creio.

Não creio na fé cega que enlouquece,
na faca afiada que apara as duvidas dos mais descrentes,
não creio nos sacrificios feitos através de terceiros,
que se entregam ao apetite dos lobos como felizes cordeiros.

Não creio em vidas únicas e sem precedentes
porque não creio que possam ter sobrevivido sem história,
não creio no decente que outrora foi indecente,
na vaidade que falseia toda a verdade, também não creio.

Creio apenas na coisa simples que me toca
no olhar que me emociona pela ternura,
na lingua que me invade desesperada quando me beija,
no suor que escorre quando teu corpo me abraça.

Creio mais depressa nos sentimentos que não consigo explicar
do que nas palavras escolhidas sem significado preciso.
Creio cada vez mais nos momentos em que deixo minha alma flutuar,
Creio todos os dias naquela beleza que me enebria, que sinto e respiro.

Creio no bem que me fazem sem pedir compensações
e no prazer que me dá amar de forma incondicional,
creio no amor e na angustia dos dramas de consciencia.
Creio que é no bem das crianças que está o único antídoto do mal.

Creio na alegria do sorriso doce ou descontrolado,
creio na melodia simples que alucina e solta a fantasia,
creio na paixão, no tesão que desconhece a noite e atravessa o dia,
porque exercita sua fome de liberdade acima de tudo.

E por ser humano, por incrivel ou contraditório que pareça,
apesar de todas as coisas em que não me vejo e não creio,
creio ainda em cultivar a semente dessa quase insana esperança
de que possamos um dia acreditar nos seres deste louco planeta.

Precisando

To precisando arranjar um tempo
e me esconder dessa vida louca
To precisando me cuidar um pouco,
deitar na grama e olhar pro nada..

To precisando encontrar você,
o embalar do sonho no teu olhar.
To precisando renovar esse querer,
viver a liberdade de te amar...

E corro atras do pensamento que foge
e vivo das lembranças que já não morrem
to precisando arranjar um tempo
to precisando me cuidar um pouco

To precisando arranjar mais tempo
pra te encontrar nessa noite doida
To precisando te mimar de novo
te amar feito louco e mais nada.

Pesadelo

Pesa o sono sobre as minhas pálpebras
iluminado pelos raios que desrespeitam a noite.
Pesa a vida sobre os meus sonhos,
como pesa inútil e fugaz a longíncua tempestade.

Temo por minhas esperanças e puídas crenças,
derreto um resto de ilusões em novos desencantos,
e quanto mais procuro por minhas raízes e razões,
mais me perco na labirinto desses infindáveis pensamentos.

Será por acaso a vida apenas um fluir de esperança,
que se esvai na contagem inexorável dos minutos
ou será que apenas me encontro temporariamente perdido
entre as mais doces lembranças e os meus piores momentos ?

Serei apenas mais um relogio a esvair-se em corda,
incapaz de enxergar e perceber o que me rodeia,
ou serei apenas mais um tolo sonhador presunçoso,
um inconformado elo dessa louca e inexplicável cadeia ?

Pesa o sono sobre as minhas exaustas pálbebras,
num calafrio que se rebela inútil e sem dono.
Pesa o medo do escuro sobre os meus ombros,
definitivamente eu me nego a enfrentar outro sonho.

Convite

Vem, que o meu leito te espera
vestido das folhas douradas do outono,
vem silenciosamente despir em mim a tua fera
deixa–me, devagar, preencher tua alma e teu corpo.

Vem, que a minha cama te espera,
a espuma das ondas se quebrando no linho branco,
pra que possas, louca, afogar teus desejos nesta festa
vem viver do prazer na orgia dos nossos sonhos.

Vem, que te espera este meu catre,
com a podridão dos seus piores e incontáveis mistérios,
para que eu possa despojar os pecados da tua pele,
para que me possas ensinar os teus mais íntimos segredos.

Vem, que este meu desejo te anseia,
vem viajar aquelas fantasias de que tanto gostas,
vem acalmar este fogo animal que teus beijos incendeiam
e que só se extingue na paz das tuas coxas.

Contra mão.

A faca atravessa o bife.
A sombra atravessou a rua,
O sono atravessava a noite,
A esquina atravessaria a vida.

O amor atravessou a porta,
A música atravessava o muro.
A fome atravessaria a sorte,
O azar atravessará a morte.

A luz atravessa o vidro,
A ponte atravessava o frio,
O frio atravessou o rio.
A esperança atravessaria o vazio.

A chuva atravessa a roupa,
O destino atravessará a curva,
A preguiça atravessou o dia,
A imaginação atravessava a magia.

O táxi atravessou o silencio,
O polícia atravessara a decência,
O político atravessa a paciência,
A bala perdida atravessará a cidadania.

A oração atravessou a fúria,
O horizonte atravessava a grua.
O garotão atravessou na sua,
O tesão atravessará a moça quase nua.

A TV atravessa a milícia,
O tanque atravessou a notícia,
O sangue atravessava a família,
O ódio atravessará a carícia.

A moto serra atravessa o futuro,
A poluição atravessará o projeto,
A criança atravessou o incerto,
A dúvida atravessava o mais que certo.

A nuvem atravessará o dia,
O detergente atravessou a pia,
O intransigente atravessava a via
O destino atravessa a folia.

O crente atravessou o inferno,
O Inverno atravessava o terno.
O engano atravessará o erro,
O escândalo atravessa o clero.

O ingénuo atravessa o engano,
A tesoura atravessara o pano.
A bachiana atravessou o piano,
A ignorância atravessará o mistério.

A lágrima atravessa o sorriso,
O ator atravessava o palco,
O aplauso atravessará o momento,
A dor atravessou o sentimento.

A dúvida atravessa o irmão,
A dívida atravessava o ladrão.
O sim atravessou o não.
O sonho atravessou na contra mão.


Neblina

A ressaca lavou na areia
as marcas do nosso amor
num leve piscar de olhos
nosso castelo apagou…

Quando a noite descansou
dia nem quis aparecer,
neblina já cobriu tudo,
não sinto mais teu querer

Dos sonhos que a vida é feita,
que não deixam a gente morrer
nenhum é maior ou tão forte
nem mais bonito que amar você

Na crista branca da onda
vi crescer o nosso amor
na areia marcada da praia
o tempo lavou minha dor

Quando o sol aparecer
vou sair pra te encontrar
tuas pegadas são fortes
ressaca não pode apagar

Quando o sol aparecer
vai renovar esse querer
nosso amor é mais forte
neblina não pode esconder

Renascer

Eu queria te acordar
pra te encontrar nesse sonho
e poder te mostrar
um dia claro e risonho

Eu queria te abraçar
pra te afugentar o medo
e com calma te falar
como nosso amor é lindo

Eu queria só chegar
e te beijar de mansinho
e poder te namorar
pelo resto do caminho

Eu queria só dizer
o quanto gosto de você
e sentir no teu prazer
a tua alma renascer


Ausência

Tua ausência é um espaço vazio
entre a falta de saber o que fazer
e aquela vontade louca de saber
o que estarás a fazer no momento.

Tua ausência é uma imagem sem cor,
loucura que alimenta o sofrimento,
é a solidão que marca o desfecho
do nosso triste e incompleto amor.

A tristeza é um buraco no peito
por onde raspamos o fundo da alma,
dor que não se expõe e nem se acalma,
uma sensação absurda e sem jeito.

Tua ausência é um silencio mortal,
lembrança de uma luz na escuridão
onde agarro os destroços da paixão
e finjo que a vida parece normal.


Corpo de Mulher

Minha vida está sempre
num corpo doce de mulher
onde eu possa passear
meus mais íntimos desejos,
arando todos os seus poros
com a certeza de poder colher
aquela aragem fresca de vida
que só brota com os sonhos.

Minha sorte está sempre
entre os seios de uma mulher
por onde eu possa deslizar
infantilmente os meus jogos
e por onde possa fugir das angustias
e do sofrimento para me esconder
porque não conheço melhor refugio
onde acalmar os meus medos.

Meus dias estão sempre
entre os perfumes de uma mulher,
onde as manhãs se passam
num jardim quente e florido,
onde as tardes se humedecem
como se fosse de repente chover
e onde as noites trovejam
num sorriso branco e estrelado.

Meus sonhos estão sempre
nos braços de uma mulher,
onde me procuro quando me perco
e me acho quando me entrego,
onde sou o pequeno feto indefeso
que precisa voltar a nascer,
onde sou a besta selvagem
que não controlo e não nego.

Meus poemas nascem sempre
nos anseios de uma mulher
porque só neles é que encontro
a cadência para meus versos,
a paixão mundana que sinto
nesta insana arte que é escrever
e o sangrar ininterrupto, por dentro,
das coisas que doem a cada momento.

Minha alma há de estar sempre
nos desejos de uma mulher
onde a vida possa se resumir
ao desfolhar de seus encantos,
porque acolhê-los todos e sempre,
da forma que melhor se puder
é a única maneira que conheço
de se viver em todos os sentidos.

Escrever

Escrever é esvaziar a alma,
descarregar o sonho e desenrolar a raiva,
rebobinar a memória e colorir a vida,
escrever é criar mais do que uma história,
é registrar a mais profunda crença,
ou gerar a mais selvagem discórdia.

É ato de coragem na paixão declarada,
loucura, insensatez e perdão numa só palavra,
escrever é a covardia que pode ser adiada,
invenção cruel, mentira sórdida deslavada.
Escrever é o doloroso ato de parir do nada,
espremer ácidos limões na mais doce limonada.

É pintar quadros com uma imagem apagada,
descrever inesquecível paisagem já destroçada.
Escrever é eternizar uma ideia pouco desejada,
é purgar como se a própria cerne fosse esfaqueada,
escrever é aceitar que o tudo também é perda,
e amargurar cada linha debilmente riscada.

Escrever…escrever todo e cada dia,
Projetar, imaginar, uma virgula sonhada,
Paragrafo, café , cigarro, noitada.
Escrever é sentir de novo o prazer da mulher amada,
É fazer renascer do vazio uma amizade terminada
Escrever é o vicio que inebria e que também mata.


Teu abraço

Teu abraço é o silêncio
onde encontro a minha paz,
abrigo em que me escondo
quando a vida pesa demais

Teu abraço é o momento
que a minha alma refaz,
onde desfaço o sofrimento
que a tua ausência me traz

Onde me encontro e realizo
as coisas de que não sou capaz
quando me descubro sozinho
porque simplesmente não estás

Teu abraço é a ilusão
que preciso tanto pra viver
onde renasce a inspiração
que só você não deixa morrer

Senha

Um beijo, uma senha
uma carícia, um afeto
fogo, sensação tamanha,
delícia, um amor perfeito.
Um sussurro, um pedido,
você flor que se abre,
fugaz perfume preferido,
aroma que tudo cobre.
Um suspiro, um gemido,
no ondular doce e lento,
tempo que não faz sentido,
vida em comum, movimento.
Um sorriso, um novo querer,
paraíso , pele, descobrimento,
delírio insano , prazer,
alegria maior , sofrimento.
Um partir, só pra voltar
voltar e ficar pra sempre
luz que se espalha pelo ar
nudez suave, leve e presente
Um grito, uma explosão.
luta pra não sair da paz,
razão rendida ao coração,
coisas que o teu amor me faz.

Te acordar…

Teu perfil é uma recordação que traz
nos traços que te revelam tão doce e forte,
o desejo interminável de ser a tua paz,
lençol de sensações que se descobre

Teu olhar é uma pincelada de azul
nas nuvens que se misturam formando a manhã,
cores que roubas dos mares distantes do sul,
tons que multiplicas , verdadeira artesã.

Teu corpo é uma escultura sensual
cansada de sonhar na cavalgada da noite
aventura deliciosa entre o ser e o animal
felino que revelas num espreguiçar distante.

Te acordar é amanhecer teu lado mulher
na dança que desafia o meu próprio destino
e provoca a deliciosa sensação de mais querer.
Te acordar é sentir que o dia nasce de novo.


Deixa a noite cair

Deixa a noite cair, se alastrar
até fazer penumbra em teu corpo
que é pro meu desejo despertar
como um dia desperta o outro.

Deixa a noite cair, se projetar
até esconder o teu rosto,
que é pra minha sombra te encontrar,
como um rio que encontra outro,

levando na correnteza incerteza e mêdo,
marcas do que passou e que nunca irá apagar,
cumprindo seu destino como um credo,
com a certeza de que o seu destino é o mar.

Deixa a noite cair, te abraçar
até encher de estrêlas teu sonho
que é pra tua luz infinita me guiar
nessa noite de amor que ( eu ) te proponho.

Alma Gemea

Quando você olha pra dentro de mim
com esse olhar que sempre devassa,
- que diz não, quando parece que é sim -
é porque pode me sentir a alma.

Quando você me toca tão de leve,
com essa posse que não se esgota,
- me respira como ninguém mais sabe -
é porque sabe me beijar a alma.

E quando nossos corpos se misturam,
transparentes e perdidos no suor,
desejo e paixão que não se estranham,
- porque nunca fazemos amor de cor,

sinto que o seu fogo é a ebulição
onde alimento a minha calma,
e me desfaço na sua invasão
porque só você sabe me ler a alma.


Blog de Paulo Pinho

Paulo Pinho

Clube da Esquina

Minas tem cheiro de terra molhada.
Minas tem gosto de queijo insosso,
com aquele ar de menina brejeira, quase calada.
Dizem que Minas trabalha em silêncio.
Minas tem Galo e tem Cruzeiro,
que se odeiam cordialmente nas tardes de Domingo,
Mineirão cheinho, templo do futebol.
Minas tem um pé em Portugal
e os olhos no Pantanal.
Minas tem minerais que nenhum outro lugar tem,
tem bauxita, tem ferro, tem rochas betuminosas
e o seu ouro já forjou a alegria e a riqueza,
que desgraçou muita gente
dos dois… Continuar

Postado em 15 fevereiro 2009 às 22:27 ‚Äî 1 Comentário

Paulo Pinho

Lisboa Amante

Sentado no Largo de Camões,
a bandeira do Brasil hasteada à minhas costas,
sigo com a imaginação o olhar e as mãos
da estátua do maior de todos os poetas.

Passeio pensamentos por Lisboa,
deixo-me deslizar ao calor pelo Chiado
e de passagem, meio envergonhado,
tiro o chapéu ao Fernando, o outro poeta que amo tanto.

Pelo ar permeiam o perfume dos coentros
e dos barris de tintos carrascões
- daqueles que arranham da garganta à alma -
e que prenunciam as mais saborosas refeições.

Nas esplanadas,… Continuar

Postado em 2 fevereiro 2009 às 19:51 ‚Äî 1 Comentário

Paulo Pinho

Gota de Suor

Uma gota de suor provoca teu peito,
rola embriagada na tua pele macia
e como a cor que se perde na noite,
silenciosa desliza sem cortesia.

Uma gota de suor provoca meu peito,
descreve um arco lento de carícia,
vive brevemente até morrer no leito.
É fugaz, feliz e cheia de malícia.

Outras gotas se banham em nossos sorrisos,
pontilhando com cristais a ténue nudez
onde trocamos tantos segredos e beijos,
imersos no que a intimidade nos fez.

Outras mais, por simples capricho ou despeito,
descem po… Continuar

Postado em 6 janeiro 2009 às 22:30 ‚Äî

Paulo Pinho

São Valentim

Tinha sido um dia muito difícil. Daqueles mesmo complicados.
Levantara-se cedo, pelas seis e meia, como de costume. Bebera apenas um suco de laranja, entrara no banho – fizera a barba automaticamente em baixo do chuveiro como sempre o fazia, dera um beijo na testa da mulher – que dormia pesadamente, derramara uma chávena de café quente pela goela abaixo, recolhera a pasta de trabalho e apanhara o elevador para pegar o carro na garagem.
Mais uma vez a jovem vizinha do 101 tinha estacionado tão ma… Continuar

Postado em 5 janeiro 2009 às 22:53 ‚Äî

Paulo Pinho

Almeida, o poeta.

Almeida, o poeta.


A vida nunca sorriu para o Almeida, como deveria.
Ao longo dos anos habituou-se a ver nascer o sol, mesmo quando não era possível vê-lo. Habituou-se, também, a não ver a lua e as estrelas, porque o seu ciclo de vida não permitia. Funcionava como uma espécie de galo do vizinho, só que não cantava ao amanhecer. Estava habituado às maiores durezas de uma existência quase miserável, que ele tentava enganar observando e imaginando, observando e imaginando. Apesar dos pesares, o Al… Continuar

Postado em 19 dezembro 2008 às 22:41 ‚Äî

Caixa de Recados (32 comentários)

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Às 15:47 em 17 abril 2009, LIO DE SOUZA disse...
grande abraço poeta.

muita sorte.

quando quizer parcerar, o caminho está aberto.
Às 10:36 em 6 março 2009, JUCI IBANEZ disse...
Oi querido amigo Paulo, passei pra deixar um forte abraço!!!
Beijos e luz
Às 6:23 em 5 março 2009, France da Matta disse...
Paulo,querido,estou sonhando no teu abraço esperando a noite ..cair,enquanto isso eu vou escrevendo para ver se consigo renascer na tua ausência.....
belíssimo td por aquí...estou no delírio agora...


bjkas
Às 1:55 em 5 março 2009, Letícia Scarpa disse...
Olá Paulo. Obrigada pelas boas vindas! Você já pode ver alguma coisa do meu trabalho na página da Michele, uma das minhas parceiras. Mas... prometo colocar na minha pg também mais um pouco, tá? Beijo!
Às 17:09 em 3 março 2009, Adryana Ribeiro disse...
Recebi Paulo, acabei de abrir ok>
desculpe a demora, vamos arrasar com o " Nosso Abraço " rsrsr
Teu Abraçoo lalalalla
bjssssss
brigaduuuuuuuu!!!
Às 20:40 em 27 fevereiro 2009, Sônia (anja) disse...
Tô precisaaando...!
Eita que linda. E bela voz da cantora.
ao vivo que chique!
Parabéns.
:))
Às 12:06 em 27 fevereiro 2009, Denise Pinaud disse...
Olá Paulo, como está? Pois eu estou chegando agora e aos pouquinhos! Em breve, colocarei alguns arquivos de voz e imagem, está bem? Obrigada pela acolhida!
Às 15:58 em 16 fevereiro 2009, Lis Rodrigues disse...
Olá Paulo,
Obrigada!
To aqui ouvindo seus sons...
:)
bjs
Às 1:11 em 16 fevereiro 2009, Karime Rubez disse...
Paulo, muito obrigada pela visita e pela fé!... To contando com ela mesmo!!!
Parabéns pelo trabalho também... E deixa a noite cair!!!!! Rs...
Beijos.
Às 19:13 em 13 fevereiro 2009, Taïs Reganelli disse...
Que bonito! Demorei demais pra conhecer... Parabéns! Vou ouvir mais e mais.
Beijo.
 
 
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