Clube Caiubi de Compositores

Pedro Osmar
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Às 17:44 em 8 maio 2009, Sonekka disse...
Pedrão , posta musicas aqui também
Te garanto que vai ter ótima aceitação

abs
Às 19:36 em 6 maio 2009, araujo bossa nova disse...
ola amigo. tudo bem, passei aqui so pra te dar um abraço.tchau.
Às 17:52 em 30 abril 2009, Ednamay DIVULGA ARTE BRASILEIRA disse...

RIO SANHAUÁ por Gustavo Moura



Documentário reúne metáforas da vida e da morte nas águas do rio Sanhauá


Principal rio da cidade de João Pessoa, o Sanhauá é o personagem central do documentário homônimo que representa a Paraíba no Programa DocTV IV do Ministério da Cultura. Dirigido pelo jornalista e documentarista Elinaldo Rodrigues, o filme com 52 minutos de duração, reúne em co-produção com o autor, a produtora Canário Filmes, TV UFPB e ABEPEC - Associação Brasileira de Emissoras Públicas Educativas e Culturais. Na região, o DocTV tem o apoio do Banco do Nordeste do Brasil.
As gravações em formato digital de alta definição (HD Full) foram realizadas no período de novembro a dezembro de 2008, especialmente nos trechos do rio que banham a região metropolitana de João Pessoa. Destaque para o antigo bairro do Varadouro, onde nasceu a capital paraibana; bem como em comunidades de pescadores e ilhas fluviais ao longo do rio.
Enfim, Sanhauá transita entre a contemplação lírica do lugar, com sua beleza paisagística, que é uma permanente fonte de inspiração artística e turística, e o registro da precariedade sócio-ambiental que oprime as comunidades locais e a própria natureza.
Para o autor e diretor da obra, “trata-se de um universo onde se interpenetram figurações do presente, do passado e do futuro, representadas pelos diversos elementos nele constituídos: construções e embarcações primitivas e modernas, manifestações populares, histórias, lendas, águas, memórias, seres, mitologias e imagens atemporais”.
No contexto das manifestações populares, o filme transita entre o profano e o religioso registrando, por exemplo, a dança do Coco de Roda na comunidade de Forte Velho e a procissão de pescadores (ritual católico realizado anualmente no dia 8 de dezembro), entre o Varadouro e a “Ilha da Santa”.
A despeito do registro paisagístico, o filme não se detém a uma abordagem meramente descritiva ou didática do ambiente. “O desafio foi desenvolver uma abordagem que tratasse do tema como um símbolo universal, afinal, as águas do rio estão interligadas com outro rio (o Paraíba), que por sua vez deságua no mar; portanto, ele vai além das fronteiras geográficas”, reflete Elinaldo. “Além disso, as condições a que são submetidas o rio Sanhauá são idênticas ao que ocorre em qualquer rio urbano do mundo”, acrescenta.
Elinaldo ressalta ainda que desde o início, “o projeto foi se delineando no sentido de uma proposta estética e poética centrada nos recursos que são os fundamentos da linguagem audiovisual, buscando uma proximidade com a narrativa experimental”.
Entre fragmentos de poemas de Bertold Brecht, Lúcio Lins, Políbio Alves e Dante Alighieri, além da acuidade fotográfica, primou-se também pela captação e construção de sonoridades afins com o tema (sons da água, do vento e sonoridades urbanas etc) que realçam o sentido de contemplação ou o mergulho onírico no universo temático.
Por falar em som, a trilha sonora de “Sanhauá” conta com a obra do grupo Jaguaribe Carne, que tem à frente o multi-artista Pedro Osmar, cujo experimentalismo na criação musical conjuga-se perfeitamente com a proposta do filme. Além das obras pré-existentes do Jaguaribe Carne, o filme conta com o cantor e compositor Parrá, personagem popular do bairro do Varadouro, numa participação ao vivo; bem como o saxofonista Jurandy do Sax, tocando o “Bolero de Ravel” na praia (pluvial) do Jacaré (ritual que ele já repetiu mais de mil vezes durante o por-do-sol).
Dos personagens escolhidos entre moradores e artistas cujo trabalho está relacionado com o Rio Sanhauá, o foco principal são as ações e pontos de vista sobre o lugar captados na essência dos depoimentos. Entre eles, figuras renomadas como o fotógrafo Gustavo Moura (que também assina o still do filme) e o escritor Políbio Alves.
O DOCTV é um programa que articula investimentos públicos, produção independente e TVs Públicas. Essa edição teve 54 vencedores, dentre 665 inscrições de 25 estados brasileiros, mais o Distrito Federal.
Às 22:43 em 29 abril 2009, Ednamay DIVULGA ARTE BRASILEIRA disse...
Finalmente temos a data de lançamento do filme documentário longa-metragem “Zé Ramalho – O Herdeiro de Avôhai”. Será no dia 10 de maio, às 18h, no encerramento do Festival Cineport, na Usina Cultural Saelpa, em João Pessoa. O evento também será oportuno para a estréia de “Sanhauá”, dia 3, às 15h e “Brincantes Visionários”, dia 1, às 20:30h, também de autoria do jornalista amigo DA ARTE E DOS ARTISTAS DA PARAHYBA,

ELINALDO RODRIGUES.

Gostaria de contar com sua presença, lembrando que as exibições integram a programação do festival que cobra R$ 2,00 por ingresso. Bom chegar com bastante antecedência, pois as sessões são muito concorridas.

Abraço,
Ednamay Cirilo
Às 8:51 em 19 abril 2009, Ednamay DIVULGA ARTE BRASILEIRA disse...
Lau: anjo azul



quando a memória marca a ferro cálido
um cerco invisível no oco que oprime
a história do mundo

quando as bolhas tropicálias movem-se
em mantos de transgressões tatuadas no
escândalo das coisas ocultas

quando as certezas das vulvas cerzidas no
agasalho das noites de banzo ou loucura
ousam o lúdico no fálico

quando nossas culpas percorrem impunes
o silício das guerrilhas vencidas dentro
de uma guerra perdida

então o tempo se faz muito mais que
um rito espalmado na solidão coletiva

plástico e pulsante
numa maresia que
não corrói

pois que se faz do abismo e do pano
impermeável que cobre nossas asas

na travessia e na travessura dos dias
colhendo do cerco todas as saídas

como um anjo azul
na devassidão nua do universo


Um beijo carinhoso, May! De presente, vai este poema nascido pra tu, agora, em plena tentativa de scrap.  Parabéns, guerreira. Feliz aniversário!
Às 8:49 em 19 abril 2009, Ednamay DIVULGA ARTE BRASILEIRA disse...
faz anos luz que não te vejo homem, ontem foi meus 59 aninhos e lembrei muito de vc naquela festa dos cem anos do cinema, onde vc politicamente correto mandou ver o bolo na cara da platéia.

Pois bem uma colunista local anunciou durante o IV ENCONTRO DE MULHERES JORNALISTAS, que estaria homenageando com o Trofeu Maria da Penha, algumas ¨figuras ¨de destaque da sociedade parahybana, notícia esta que me deixou irada pois as pessoas que ela vai entregar o trofeu sequer sabem o sgnificao dessa Lei.
Peguei o microfone fora do protocolo e gritei meu protesto... esssa coisas maravilhosas só agente faz.

Saudades de São pedro Osmar.
bjs
May

ontem foi meus 59 aninhos e olha o que ganhei de presente.
Às 10:53 em 15 abril 2009, Zé Edu Camargo disse...
Grande mestre! É uma honra tê-lo por aqui, entre a gente. Fique à vontade.
Às 8:54 em 15 abril 2009, Klaudia Alvarez disse...
Que bom que vc se lembrou da gente. Infelizmente o Henrique faleceu de infarto há 6 meses e fiquei sozinha! Ele sempre falava de vc com muito carinho e admiração pelo seu trabalho. Eu até coloquei partes daquela revista que vc nos deu no meu blog http://falasmusicais.blogspot.com Com certeza vou visitar suas páginas e quando for à SP eu aviso, de repente a gente se vê, OK ?
Bj grande.
Às 21:11 em 14 abril 2009, araujo bossa nova disse...
diga aí paraiba, quero tê-lo como amigo que tal? pra mim é uma boa.
Às 13:04 em 13 abril 2009, Marcos Maia disse...
Valeu, amigo. Obrigado pelo retorno.

Sou irmão de Makários e de Bebé de Natércio e trabalhei ai no BB, na Superintendência. Hoje estou em Brasília, aposentado do BB, mas continuo trabalhando ligado a ele; administro uma sucursal de uma coligada aqui em Brasília.

Vou quase que semanalmente a SP. Coordeno um projeto ai, com um grande público de cientes (taxistas) e gostaria de numa oportunidade me econtrar com você. Tenhos planos musicais por ai e quem sabe se dois parahybas não pensam melhor.

Grande abraço.

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