Ricardo Black CD "Samba do Metrô Amor"
Depois de transitar pelos metrôs de Berlim, pelas estações de Zurique e pelos trens de Maracanaú, o cantor cearense Ricardo Black resolveu sintetizar as diferentes formas de expressão do amor nômade e renitente.
Com o CD "Samba do Metrô Amor", ele rompe latitudes e traça um mapa da paixão fugidia ao mesmo tempo em que converge toda a percepção do amor como manifestação de liberdade da sua própria música.
O disco apresenta 10 faixas gravadas em Fortaleza e Berlim e conta com a participação de músicos e compositores do Ceará e de cearenses radicados na Europa, além de instrumentistas alemães e filipinos. A cantora Paula Tesser assina a versão de "Canção do amor banal" e divide a interpretação da mesma com Black.
A cientista política Angela Küster fez a tradução para o alemão e lê um trecho do texto de "Por que não?" e o compositor David Duarte dirige, toca violão e participa da percussão vocal em "Infinitude", música de sua autoria em parceira com Ricardo Black.
CD "Samba do Metrô Amor" - Faixa por faixa
AMAR É... (Humberto Pinho) – Ricardo Black abre o disco descortinando o amor como ilusão e encantamento.
INFINITUDE (David Duarte / Ricardo Black) – nesta faixa ele revê os sonhos amorosos que apesar dos desgastes do tempo merecem ser revistos.
CALMA CORAÇÃO (Jabuti / Zezé Fonteles) – no tráfego das paixões, Ricardo Black descobre e revela que diante da compulsão o jeito é pedir arrego à razão.
CANÇÃO DO AMOR BANAL (Valdo Aderaldo / Vs Paula Tesser) – um convite ao amor, à contemplação e ao compartilhamento da beleza dos instantes.
LATITUDE (Tato Fischer / Flávio Paiva) – o amor como oferenda na dimensão do infinito inspirado na travessia da fé e da promessa de liberdade.
THE SHADOW OF MY SOUL (Jorge Degas / Naja StØrebjerg) – pelos subterrâneos do amor as lembranças são recorrências que nos acompanham eternamente.
SAMBA DO METRÔ (Valdo Aderaldo) – canção que se tornou uma espécie de guarda-chuva do CD pela força da singularidade do seu olhar sobre o amor errante.
POR QUE NÃO? (Jabuti / Zezé Fonteles) – na viagem de Ricardo Black pelos trilhos do amor, salta o conselho de que amar não combina com repressão do desejo.
NOTÍCIAS BOAS (Kátia Freitas) – das janelas do metrô a paisagem dos túneis leva aos amores solitários espalhados por dentro de cada um de nós.
LUAR DE ÂNSIA (Eugênio Rodrigues / Anastácia Azevedo) – Ricardo Black conclui no seu tour pelos subterrâneos do amor que sentir é mais importante do que explicar.
Sobre Ricardo Black - história de vida
Ricardo Black Iniciou suas atividades artísticas aos 7 anos quando ingressou na Banda do Piamarta do Montese, cujo pai (Mestre André) era maestro e um dos fundadores. Daí em diante, participaria como calouro de programas de auditório da TV Ceará Canal 2 e apresentações em shows como artista mirim. Desenvolveu suas atividades artísticas nas seguintes áreas: Como ator, participou de espetáculos como: “Opera Don Giovanni”, em Fortaleza (Theatro José de Alencar) e São Paulo (Teatro Municipal), com direção de Bia Lessa; “A Irmandade da Santa Cruz do Deserto – O Caldeirão”, interpretando o Beato José Lourenço e com direção de Erotilde Honório; “Fantasia para um rei comum – O Homem”, com direção de João Câmara, entre outros. No cinema, deixou sua marca em: “O Escravo”, de Luiz Viana, “Adeus Praia de Iracema”, de Iziane Mascarenhas e “As Tentações do Irmão Sebastião”, de José Araújo, sendo este último exibido atualmente em diversos festivais internacionais. Como produtor de grande sensibilidade, assinou ao lado do instrumentista Manasses de Sousa a produção do CD “No Ceará é assim”, uma referência à antológica música de Carlos Barroso. Ora como Apresentador de eventos culturais, entre festivais, feiras, shows, convenções, eventos filantrópicos ou como Mestre de Cerimônia, Black tem sido um atuante mediador e agitador da vida cultural cearense. Sua voz, expressão máxima de seu talento, deu-lhe o prémio de melhor intérprete no “V Canta Nordeste”, festival promovido pela Rede Globo. Em 1996 seguiu para a Europa, destacando-se como intérprete da música brasileira nas cidades de Zurique (Suíça), Modena (Itália) e Berlin (Alemanha). Ainda na Alemanha, participou das gravações do CD “Karneval der Kulturen” vol. 1. Lançou recentemente o seu primeiro disco solo, intitulado “Samba do Metrô Amor”, gravado em Berlim e Fortaleza. Este trabalho, numa linguagem cool, permitiu ao artista viajar em diversas sonoridades (balada, reggae, pop, samba, blues, bossa e funk), entre outras sutilezas, expressando toda a sua versatilidade e potência vocal.
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Pirilampamente, adentro esse novo portal! Coisa mais boa da vida!
Agradeço pela acolhida, ainda não pude apreciar a sua página com a atenção e carinho que ela merece. Estamos hablando!
Etel
contatos:
evaristofilho@terra.com.br / vuldembergue@gmail.com
85- 88678484 / 88392045
bacana tuas becas lá na caixa dos peixinhos, antes do show do CHICO CESAR. e aquela tropeçada antes da ELZA, heim? demais... eh eh
vamos segir por esse caiubi-mundo!
abraço,
rodrigo
tembiu.pro.br

http://dj-zina-live-radio.ning.com/Tô aqui mode duas prosas:Feliz Natal, feliz 2009!
Grande abraço, Lúcia menezes
FELIZ NATAL E UM 2009 CHEIO DE SAUDE, AMOR, PAZ E MUITA BOA MUSICA!
BEIJOS E SAUDADES
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