Ursa Maior
A Banda Ursa Maior nasceu em 2005 de uma reunião feliz entre dois amigos que já se conheciam de longa data, o baixista Mario Cuca e o guitarrista e compositor Marco Jabú. Os dois nunca tinham tocado juntos, embora partilhassem uma admiração mútua e uma vontade enorme de fazer alguma coisa em conjunto. Reuniram o repertório e aí sentiram a falta de mais elementos. Cuca convocou o guitarrista Rafael Brandão e o som foi ficando com uma cara, com um jeito bem próprio. Mas ainda faltava o toque final, a presença de um baterista. E veio o Christian Biana somar-se aos outros três e com suas levadas precisas fechar a escalação do time.
Nestes quase três anos de percurso a Ursa Maior se apresentou em diversos bares e pequenas casas de espetáculos em Macaé e em outras cidades. Em outubro de 2006 realizou um espetáculo com produção própria no Teatro Municipal de Macaé surpreendendo o público com a originalidade tanto das composições como das soluções e saídas musicais arranjadas pela banda.
O som da Ursa tem uma marca registrada. Fique atento nas letras boladas pelo Marco Jabú. Nelas figuram elementos que vão da literatura ao jargão popular, que saltam de uma imagem a outra, onde se espelham a vida, a cidade, o íntimo e o geral, tudo embalado por harmonias ora simples ora complexas. A condução das freqüências graves pelo baixo elétrico de Mario Cuca é outra grandeza da banda. Seus caminhos melódicos, sua pulsação firme, sua pegada direta nos rock’s, nos blues em todas as canções dão um toque característico à Ursa. Da guitarra de Rafael Brandão tudo pode se esperar. Ele é mestre em escolher timbres e aplicar frases inusitadas nos espaços musicais mais inesperados. Sua agilidade e bom gosto somam-se à banda de forma especial. Completando o quarteto Christian Biana segura o balanço e dá o gás necessário.Tira um som pesado quando o lance pede intensidade e sabe ser leve e sutil
nos momentos certos. Das suas baquetas sente-se o veio do rock misturaram-se aos mais diversos ritmos brasileiros.
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Só não quero ser possuido pela dor de não ter dor, seja o pensamento que for, prefiro a dor a não pensar.
Eu só preciso saber, que procuro o meu lugar, com vontade de encontrar o que “esta” vida tem para mim. Seja o que seja, virarei as minhas mesas quando tiver que virar, mas nunca vou entregar nem um pedaço de mim, que me aceitem como sou, eu só quero ser assim...
Musica das Palavras
António de Freitas
Mantraxia é um pedaço da nossa Alma que tentamos converter em sons. . .
Saudações aos Viajantes
Mantraxia
(Avhá Buiagu, Anauê Abarê e Amanacy)
Aos Compositores, aos Artistas.
O prazer de ser o que somos é algo que ninguém poderá jamais roubar, nem modificar de nenhuma espécie.Esse prazer é poder dar ao mundo aquilo que quem escreve, quem compõe ou quem CRIA e dá ao “concreto” o que Deus nos deixa “tirar” do abstracto. Qualquer Obra, só pelo facto de ser alguma coisa inédita, faz do seu criador alguém especial, pois dele(a) é aquela idéia única, aquele sentimento, aquela dadiva...
Chegue aos Tops ou seja somente escutada por poucos, uma canção (ou qualquer tipo de Criação) é coisa Divina, é coisa de Deus.
É com essa Fé que cada compositor ou criador deve ver a vida, pois se assim for, a felicidade alcançada deixa de depender dos critérios de uma industria moribunda e sem nenhuma noção do que é a verdadeira essência da ARTE, deixa de depender de julgamentos de qualquer tipo, só dependendo da beleza que a própria leva consigo...
Por isso meus irmãos de Causa, de armas, de luta, de tristezas e alegrias, animem-se e sejam felizes, porque o facto dos Mestres “nos” terem escolhido entre tantos milhões de pessoas é por si mesmo o maior bem e motivo para que agradeçamos todos os dias o enorme privilégio que é ser Inventor de canções.
Salve
Fernando Girão
Ogum Ogunhê
www.fernandogirao.com
www.myspace.com/casatribal
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