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"Viver não é apenas nascer e existir" (Vuldembergue Farias).

Música

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MUNDO DA FANTASIA
(Vuldembergue Farias)

Homens maquiam-se
Mulheres maquiam-se
O mundo maquia-se
Tudo isso para cobrir
O que os olhos não escondem

Vestimos máscaras
Adotamos fantasias
Todo tempo, no tempo
Para mostrar o que não somos
E o que desejamos ser

Vivemos de máscaras
E elas são aquilo que representam
Máscara bonita nos deixa bonitos
As feias nos deixam mais feios
Máscaras nos deixam simpáticos
Ou nos fazem dramáticos

Máscaras não expõem fraquezas
Não mostram as idades
Nem o envelhecimento
Nem sentimentos, nem alegr
iaMáscaras são necessárias
Para olharmos nos olhos
E vermos o mundo da fantasia

 

FORÇA DE EXPRESSÃO

É por força de expressão
Ou mesmo uma metáfora
Pode até ser uma diáfora
Mas a minha falação
É sobre a enganação

É por força de expressão
Que se falta com a verdade
Só se fala por dualidade
Não se conhece a versão
Do fato ou da verdadeira ação

E por força de expressão
Digo o que não quis dizer
Pra você não entender
Mas eu não quis uma omissão
Onde eu disse sim, agora eu digo não

Sempre nego e digo não
Às vezes até marco um zero
Digo sim quando nem quero
Mas é por força de Expressão
Sim, eu disse foi um não.

 

MUNDO DA FANTASIA

Homens maquiam-se
Mulheres maquiam-se
O mundo maquia-se
Tudo isso para cobrir
O que os olhos não escondem

Vestimos máscaras
Adotamos fantasias
Todo tempo, no tempo
Para mostrar o que não somos
E o que desejamos ser

Vivemos de máscaras
E elas são aquilo que representam
Máscara bonita nos deixa bonitos
As feias nos deixam mais feios
Máscaras nos deixam simpáticos
Ou nos fazem dramáticos

Máscaras não expõem fraquezas
Não mostram as idades
Nem o envelhecimento
Nem sentimentos, nem alegria
Máscaras são necessárias
Para olharmos nos olhos
E vermos o mundo da fantasia

 

PROFECIA

 

Quando o dragão do mar descer do céu

E o véu da noite cobrir os oceanos

Quando os decanos forem hexadecimais

E os seres normais forem também felizes

As cicatrizes da amargura serão ternura.

 

Quando a brandura do fogo eterno

For inverno e o verão alvorecer

Quando um dia adormecer a escuridão

E a cognição apagar nos imortais

As simples estruturas dos fractais.

 

Areais e oceanos, serras e mares,

Amizades e versos, princípios e matérias,

Artérias e nervos, tantras e vontades,

Verdades e mistérios surgirão do fundo,

Do mundo dos infernos vivos e imundos.

 

MUTATIS MUTANDIS

Mutatis mutandis
De longe todo mundo é igual
Oh! Anis e canabis
De perto todo mundo é igual

Quem te viu quem te vê
Nem parece que foi gente
Tua mente não se lê
Poeta delirium tremens

Viver bem foi condição sine qua non
Data venia meu rei
Quo vadis com teu Cânon
Não sou eu é Vox populi é vox Dei

Dorme em paz ad libitum
Dos anjos ad referendum
Com teu curriculum Apud Deum
Reza por teu habeas corpus

Aqui na terra é
Dura Lex, sed Lex
Improbus incontáveis
E norma agendipost mortem

LOUCURA

Louco é quem não acredita na loucura
E procura por todos os meios
Os erros justificar
E amar fica em segundo plano
É o desengano, como cigano,
Por aí, a andar, andar e andar

Que louco é esse que tem juízo
Que dá um sorriso e prega um aviso
Que sabe entrar, que sabe sair
Que sabe enfeitar
Mas também sabe mentir?

Loucura que impede de ser feliz
Que diz o que deve ser feito
Dentro das normas e das formas
Das convenções e lições
Isso é acomodação
Loucura mesmo é não viver
É não ter amor, é não ter paixão

UTOPIA

Viver bem é uma utopia
Que se busca apesar de loucos
Mas viver uma fantasia
É a alegria de poucos

Na imaginação, a miragem
Na rotina da vida, a viagem
De sonhos e realidade
De espera e ansiedade

Por uma paixão ou amor
Diversão e felicidade
Na ilusão do multicor
Se revela a ingenuidade

E nas raias da agonia,
Da utopia, da existência
Da ciência, da alquimia
Sem amor não se viveria
Sem amor não se viveria


ERA S. JOÃO

Não tem mais fogueira
Não tem mais balão
Não corto mais a bananeira
Nem tem mais adivinhação

Meu S. João eu não posso acreditar
Que nossos festejos, nossos folguedos
Estão para se acabar

Não tem mais quadrilha improvisada
Ela é estilizada
Anarriê, anavantú, né pá de quá não mais se canta
Ela parece escola de samba

Milho assado na fogueira
Cadê o traque e a bombinha
Que saudade da fumaceira
Do pé de moleque e da chuvinha

São João disse, São Pedro confirmou
Ser madrinha ou padrinho
Na fogueira meu amor
Sou compadre que o santo mandou

ALEGRIA

 

Hoje, eu vou brincar com a fantasia da folia
Como eu queria que você aqui estivesse
Que me quisesse, me dissesse que encontrava
Uma saída para essa tal de tristeza

 

Não sofro mais
Crises existenciais
Não, se você estiver comigo enfim
Pelos carnavais sem fim

 

Anda minha alegria como eu queria
Te ter pertinho de mim
Numa dança sem parar

 

Até o raiar do dia, alegria
Vem com a bondade de Deus
Manda pra tristeza um adeus, alegria
E teu povo contagia

CHOVE CHUVA

Chuva, deixa de farofa,
De chove não molha, me deixa em paz.
Hoje estou resfriado,sem grana e sem saco
Nada me compraz

E presta atenção no que digo,
Não brinca comigo, para de chover.
Eu sinto ter que lhe dizer, vaza, vai embora
E seja fugaz.

Chove chuva chove, mas não molha meu amor
Faça uma ação bonita, deixa de fita, só mata o calor.

Nesse chover no molhado deixando ensopado
O meu coração.
Como em Dançando na chuva, cai como uma luva,
Ensaio e ação.

No tempo todo encharcado,
Com todo cuidado pra não escorregar
Pois se qualquer pirueta,
É uma falseta pra me derrubar.

Chuva, dê licença, a sua presença
A sua sentença, me tira do sério.
Então se mande urgentemente
E concomitantemente me leve o tédio.


LIMITES
Quero falar sobre
Os extremos de pequenos
Espaços
Limites, tempos, distância,
Lenta velocidade
E intervalos.

Diminutos
Laços e abraços,
Discretos olhares,
Incontidos andares,
Mera felicidade
Entre o ter e o poder.

Separa-me
Dessa realidade,
Menor, igual, maior
Que meu desejo de ser,
De estar no limite
Do meu particular.

Prendam-me,
Deixem-me estar,
Na divisa do bem e do mal,
Entre o antes e o pós
O fundo e o raso
Entre laços e nós.

Viver de fachada,
Ou viver discreto,
É como concreto aparente,
Sente quem vê,
Excede o limite,
Da vida corrente

SER SUPREMO

Primeiro, último e único
Está certo em linhas tortas
O acento é sempre tônico
Está nas folhas vivas ou mortas
Não sabe o que são derrotas

Espírito, carne e sabedoria
Na difusão dos ensinamentos
Pela nossa hipocrisia
Pelas contas, é mais, sem menos

Finito e infinito
No futuro e no presente
Está na Lei, está escrito
Para o proscrito e o ausente

Quem quer um conselho, tome
Não se fale em seu nome
Não se faça uma promessa
Não se cale o sobrenome
Nem pense que não interessa
Pra que tanta pressa?

Ao sinal dos tempos vãos
E dos pedidos extremos
O que será de nós senão
Apelar a um ser supremo.


OPINIÃO
(Letra de France da Matta e as expressões em negrito são nomes de músicas de minha autoria)

Fuja do CONFLITO INTERIOR
E das INCERTEZAS
Isto é SURREAL, é ILUSÃO
Aposte no AMOR E PAIXÃO
Diz a SABEDORIA POPULAR
Não viva no UNIVERSO PARALELO
Sei que tem o seu SEGREDO
E o medo de RECOMEÇAR
E vive de DELÍRIOS
Mais te faço um APELO
Livre-se d’O MEDO
Não ligue pra CRENDICE
Seja um GIRASSOL
E aprenda a VIVER BEM
Deixa de PIRAGEM
Que vida, MINHA AMIGA
Lembre-se da AÇÃO E REAÇÃO
Ou viverá como uma GANGORRA LOUCA
Como o RIO E EU.

VALSA ESPANHOLA

Andando pelo Bétis de Andaluzia
À beira do Mediterrâneo vejo o mar
Hoje, oh! Guadalquivir
Me leva para o mar

A procura de Dolores Sierra
Pela terra, feito abelha
Nas pistas vermelhas
Com espelhos volto a ver
Meu bem querer

Naquele navio, por um fio
Por instantes torno a sonhar
Com aquele olhar

Não tem mais beira do cais
Nem tem mais castanholas
Não tem companhia
Sem sarjeta, sem peseta
De noite e de dia
Ninguém lhe dá mais

Volto à realidade dura do trabalho e solidão
Com a ilusão de um dia te encontrar
E nunca mais deixar
Partir para Barcelona
Viver sob a mesma lona
Sem pensar que um dia houve adeus
E agradecer de novo a Deus
A vida afora

SER FELIZ E BEM VIVER

O bom cabrito não berra
Mas não tenho que engolir sapo
Nesse mundo quem não erra
É porque está no buraco

Esse cara é um louco
Mas ele tem muito juízo
Todo mundo tem um pouco
Da excelência do "ISO"

Quem muito abaixa a cabeça
Mostra o fundo das calças
Faça com que aconteça
As coisas sempre de graça

Mas quem tem a costa larga
Pode agüentar o tranco
De trabalho, dessa carga
Eu estou lhe sendo franco

Esses ditos populares
São pra alertar você
Para não abdicares
De ser feliz e bem viver

CONFLITO INTERIOR

Corre em minhas veias
Esse sangue colorido
Como se fosse uma teia
Com o fio corrompido
Entre lapsos de tristeza
E alegria que me tiram a sutileza
Sem forças para dominar
Esse amor que é um mar

Tudo se complica
Ao te ver passar
Seguir sem pensar
Isso é o que implica
Demonstrar nobreza
Na tua presença
Prefiro ausência
A mostrar tristeza

Enquanto luto contra esse amor
Que já muito intenso
Enquanto eu fraco for
Me deixa mais tenso
Sem te poder ter
Preciso força
Prá não perder o senso

SURREAL

Bem no deserto profundo
Bem no meio do oco do mundo
Num segundo percorro uma vida
Sem ter peso e sem medida

Nunca se sabe o que vem
Certeza também ninguém tem
Olhar para frente ou pra trás
Sem ficar com o pé atrás

Se eu tivesse a razão principal
Sairia na folha central
Poderia encarar o futuro
Pra sair do imenso escuro

Tomando um caminho aberto
Certamente seria concreto
Caminhando ou voando veloz
Como um bicho ou um ente feroz

No caminho poente do sol
Ou do cometa do arrebol
Na chapada ou no pantanal
Entre o surreal e o real

AMOR E PAIXÃO

O amor é como o tempo
Lúcido, firme, constante
Paixão é como o vento
Extravagante

Sem direção
Inconsequente
Louca
Sabor ardente

No mar de amor e paixão
Maior abismo
Fosso profundo
Tamanho do mundo

Profano e puritano
Tal qual pororoca
Tal qual rio e oceano
Tal qual cinema e pipoca

UNIVERSO PARALELO

Imagino o mundo de Nárnia,
Onde preconceitos, vaidades e culpas
Não podem entrar.
Ah! Aslam, criador de todo esse universo
Seu protetor em prosa e verso
A feiticeira branca foi derrotar

Assim aqui também quimera
Num universo paralelo
Das casas de troca de pares
As coisas fora de lugares
Ao som de Bolero de Ravel
Nem parece o castelo Cair Paravel

SEGREDO

Na imensidão do teu sorriso me perco em vida,
Sentida, vadia,
Vazia de medo
Segredo que guardo em mim, assim brinquedo
São fortes emoções pra ternos corações
Quero revirar-te pelo avesso, amar-te
Na mais completa intensidade me render aos seus caprichos
Feito bichos, amar sem pressa ou depressa
Chegar ao seu final, afinal
O que fazemos, desfazemos, refazemos tudo
E começar de novo olhando estrelas
Como aquarelas
Tão perto assim
E quem que está no céu, oh lua, tão tua?


DELÍRIOS

Tua boca, tuas cores, teus sabores meu desejo
O teu cheiro, tuas curvas, quando turvas minha visão
Os prazeres são momentos bem felizes
Quando dizes coisas dentro dos lençóis
Como nós sempre ávidos do outro
Como loucos nos fartamos de amor

Tua boca, tuas cores, teus sabores meu desejo
O teu cheiro, tuas curvas, quando turvas minha visão
No ardor da entrega indecente
Na corrente do sangue audacioso
Nós vivemos um delírio inconseqüente
Na volúpia do desejo impetuoso


APELO

Um amigo disse entre os senões
Essa vida já está muito feia
Para se falar de decepções
O que nos norteia
É o amor, a alegria e as emoções

Deixo de lado o crime, a maldade e o medo
Aqui eu faço um apelo
Vamos sentir o calor humano, a luz da lua
E o brilho do sol no meio da rua

Não se fala mais em romantismo
Mas somente no consumismo
Canto a vida, mar e amor
Na felicidade estou

Porque isso não é viagem,
Fora de moda ou bobagem
Utopia, infantilidade
Mas é pura autenticidade


CRENDICE POPULAR

A crendice vem da ignorância
Do medo e feitiço, do diabo
Aparece em toda circunstância
De temor, do inferno e pecado
Para conquistar os favores
Na esperança de não ter mais dores

São promessas também simpatias
Nas novenas, nos cultos, nos dias
Destinados aos santos protetores
Das famílias
Medo da perseguição, dos temores
Dos espíritos inferiores
Do vacilo aparece até a mais nórdica Valquíria

O Saci, Curupira, Yara
Mãe d’água, Caipora, Quebranto,
Negrinho, Boto, Besta-fera
Anhangá,
Lobisomem, Cuca e fantasma
Olho-gordo, bruxa, mau-olhado
Mula-sem-cabeça, Boitatá

Da crendice formou-se uma idéia
Progressão da cultura popular
O medo fez nascer a platéia
De crendeiros a acreditar


GIRASSOL
Como o girassol que acompanha
Por natureza o sol
Os meus olhos se derramam
Pelas ruas como um farol

Como o girassol na luz
Eu também te sigo os passos
E o meu olhar reluz
Quando perto de mim passas

Cada olhar é diferente
Mesmo o meu e o do girassol
Cada um olha pra frente
Em busca de um farol

Que ilumine o caminhar
Um quer ver o sol
O outro o teu olhar
Pois ninguém quer ficar só

VIVER BEM

Como disse Ortega Y Gasset, o espanhol
Somente o supérfluo é necessário
O mundo não é indiferente para o homem sob o sol
E não importa só viver, mas viver bem é o cenário

Ser feliz sem um olhar estressante
Sem muro e sem conduta extravagante
Eis a questão!
Em minha opinião
Viver bem nesse mundo
Não pode ser o eu sozinho
Pois até entre os espinhos
Nasce um amor profundo

PIRAGEM

Queria ser como um mestre de bateria brincando nas ruas
Queria ser como uma nave no mundo da lua
Queria ser com um passista no Maracanã do samba
Queria ser uma alegria no meio da rua

Entre tantos e quantos
Entre mundos e fundos
Poeiras e santos
Entre cores e assuntos

Na organização da escola
A flutuação no espaço
No compasso e no passo
A alegria do palhaço

Me encontro ansioso
Vou pro meio da praça
Canto um canto mentiroso
Chuto o pau da barraca

Me encontro ansioso
Vou pro meio da rua
Conto um conto mentiroso
Vou pro mundo da lua

QUE VIDA!

Mãos vazias, coração cheio de nada
Mente desocupada
Vida sem emoção
Obedecer é preciso
Não é o paraíso
Nem é felicidade
Não é amor
É nada, é mesmo nada

Vida, vida, vida
Até quando essa bendita
Vida de submissão?
Vida sem segredo

Sem aventura
Sem sentimento
Só amargura
E medo

AÇÃO E REAÇÃO

Nas voltas do mundo
Procura-se a paz
Muito mais que na guerra vã
Ou na insana mente
De quem nem tem talismã

Em cada humana
Ação reage a terra
Destruindo com furor
A natura não erra
É enchente, é frio e calor

De cada ação
Vem a rea...ção
Como chapa de ferro quente
Que não perdoa
E queima intensamente


GANGORRA LOUCA

Olha que gangorra louca
Nunca tem lados iguais
Quem na vida luta pouco
Pouco ou nada tem a mais

A minha vida
Tal qual aquela cordilheira
Cheia de altos e baixos
Como o rio e a cachoeira
Ela é como a tábua de maré
Que vai e volta que sobe e desce
Como quem quer e não quer

Ah! essa vida
Que no mundo nos fascina
Se compara a um avião
Ora em baixo, ora por cima
Um ioiô, sem uma definição
Lá e cá, sem ficar
Sempre na mesma posição

A nossa vida
Como as fases da lua
Que está no oriente
Ou cadente no ocidente
Brilhante, linda, pura, nua e crua
Sensual, quando está
No meio da rua

O RIO E EU

Rio que nasce riacho,
Encantado, eu acho
É coisa que vem de Deus
Os caminhos teus
Não pedem passagem
Na mesma viagem
Vai no mar desaguar
Vai no mar desaguar

Parece uma procissão
Vagaroso sobre o chão
E ainda agoniza
E se penaliza
Da sina que tem
E melhor que ninguém
Sabe aonde vai chegar
Sabe aonde vai chegar

Tua sinuosidade,
Tua lenta velocidade,
Teu remanso, tua vida
Lembram aquela partida
Em que ela me deixou
E nunca mais voltou
E meu coração, como tu
Em um corpo quase nu

Vai desfalecendo lento
Vai embora com o vento
Vai sofrendo lentamente
Vai morrendo lentamente

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Blog de Vuldembergue Farias

Show Autoral "Vida de Compositor"

Postado em 8 janeiro 2012 às 18:00 0 Comentários

Show autoral "Vida de Compositor" com Vuldembergue Farias e Evaristo Filho, no Teatro Dragão do Mar, dias 8 e 15 de janeiro, às 18:00h. Ingressos: R$ 2,00 - Meia: R$ 1,00.

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Às 21:37 em 21 julho 2014, NANDO CORREIA disse...

Salve! Salve! Vuldembergue Farias! Parabéns pela linda música DEUS ME LIVRE... gostei! é sucesso. Um abraço

Às 18:14 em 19 julho 2014, VALÉRIA PISAURO disse...

Vul, vim te visitar e aplaudir DEUS ME LIVRE.

Parabéns.

Às 20:15 em 18 julho 2014, JOSÉ CARLOS DE SOUZA disse...

Vul, Deus me livre ficou linda! Parabéns a você e ao Luiz! Sucesso! Abs

Às 14:49 em 18 julho 2014, Luiz Carlos Santos disse...

Meu amigo, muito obrigado por mais essa, ficou show de bola.

abraço

Às 21:14 em 10 julho 2014, JOSÉ CARLOS DE SOUZA disse...

Olá parceiro, o arquivo da música tá zipado e não está rodando no player. Postar e não conferir dá nisso, kkkkk. Assim que postar eu aviso. Obrigado pela atenção. Abs

Às 20:13 em 23 maio 2014, JOSÉ CARLOS DE SOUZA disse...

Grande parceiro, é um prazer enorme tê-lo em minha página. Obrigado e que Deus lhe ilumine. Abs

Às 19:33 em 10 maio 2014, JOSÉ CARLOS DE SOUZA disse...

Vul, fiquei muito feliz com seu comentário. Valeu parceiro! Te desejo sucesso. Abs

Às 19:25 em 22 março 2014, JOSÉ CARLOS DE SOUZA disse...

Parceiro, obrigado pela visita. Estou ouvindo ME LEVA. Bonita demais! Parabéns! Sucesso!!! Abs

Às 14:47 em 9 março 2014, ETELVINA GONÇALVES da COSTA disse...

De Nada Vul, Com muito prazer dei a volta . Ando procurando as minhas musicas contigo e desapareceu tudo  até no meu player desapareceram coisa estranha e mais umas duas de outro compositor tambem. Quando tiveres tempo envia-me lista em mp3 faz esse favor Um beijo carinho da Té

Às 13:32 em 9 março 2014, ETELVINA GONÇALVES da COSTA disse...

Me leva Muito bom parabéns que tenhas sucesso Um beijo da Té 

 
 
 

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